Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, foi enviado para a Papuda após se envolver em uma briga motivada por um episódio de chiclete, que resultou em um jovem em coma no DF. Desde segunda-feira (2), o piloto e empresário está detido em uma cela individual no Complexo Penitenciário da Papuda. Essa situação veio à tona após o incidente ocorrido em Vicente Pires, onde Pedro foi preso na casa de sua mãe. Ele permaneceu em uma cela isolada na Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP) antes de ser transferido para a Papuda, devido à ordem judicial que visava a segurança do detento face às possíveis ameaças recebidas.
O juiz determinou que Pedro continuasse em cela isolada na Papuda devido ao risco de sua integridade física, já que existiam relatos de ameaças por parte de presos e agentes policiais. O Superior Tribunal de Justiça negou um pedido de habeas corpus pela defesa do piloto. A equipe do DE ainda aguarda retorno dos advogados sobre essa decisão, enquanto novos casos envolvendo Pedro estão sendo investigados pela Polícia Civil.
Ao chegar à Papuda, Pedro teve sua foto registrada com a cabeça raspada, procedimento padrão para novos detentos. Em uma primeira entrevista na prisão, ele demonstrou arrependimento e preocupação com sua família, namorada e amigos. Na situação delicada em que se encontra, Pedro tem se dedicado à leitura da Bíblia fornecida na prisão, buscando reflexão e força espiritual para lidar com as circunstâncias.
Há quatro ocorrências envolvendo Pedro em investigação: a agressão ao adolescente de 16 anos em Vicente Pires, uma briga em Águas Claras, a denúncia por obrigação de ingerir bebida alcoólica feita por uma jovem quando menor de idade, e a agressão a um homem de 49 anos em uma briga de trânsito. A defesa de Pedro divulgou uma nota relatando sua abatimento diante da situação e afirmando que ele confia no trabalho ético e responsável do Poder Judiciário nas investigações.
Durante a entrevista, Pedro mostrou preocupação com sua família, namorada, e amigos. Ele expressou arrependimento pelos acontecimentos recentes, confiando no devido processo legal e respeito aos seus direitos constitucionais. Mesmo diante da intensa repercussão, Pedro mantém a convicção de que seus valores morais e direitos serão respeitados. A defesa destaca o compromisso do detento em cooperar com as autoridades e seguir as decisões impostas pela justiça. A situação permanece em andamento, com as autoridades competentes responsáveis pela condução adequada das investigações.




