Pesquisa Quaest: 44% aprovam indicação de Flávio à Presidência por Bolsonaro

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A Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) revela uma divisão na opinião pública em relação à decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro de lançar seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, como pré-candidato ao Palácio do Planalto em 2026. De acordo com o levantamento, 44% dos entrevistados consideram que o ex-presidente acertou na escolha, enquanto 42% afirmam que ele errou. Outros 14% não souberam ou preferiram não responder. Houve uma ligeira oscilação em comparação com os dados de janeiro, com redução de 44% para 42% dos que acreditam que Bolsonaro errou e aumento de 43% para 44% dos que aprovam a decisão. O grupo que não opinou variou de 13% para 14%, dentro da margem de erro da pesquisa. Além disso, a pesquisa também avaliou a influência do ex-presidente na decisão de voto dos eleitores. Para 49%, a indicação de Bolsonaro não impacta a escolha do candidato, uma porcentagem consistente com o levantamento anterior. Por outro lado, 25% dos entrevistados consideram a opinião do ex-presidente relevante, mas não suficiente para definir o voto automaticamente, enquanto 22% afirmam que votariam no candidato indicado por ele. Quanto àqueles que não souberam ou preferiram não responder sobre a influência direta do apoio de Bolsonaro, representam 4% dos entrevistados. A estabilidade nesse indicador é evidente em relação à pesquisa anterior, com variações mínimas dentro da margem de erro. A pesquisa ainda revelou que a maioria dos eleitores tinha conhecimento do apoio declarado de Bolsonaro a seu filho. 69% afirmaram que já sabiam da indicação, em comparação aos 62% de janeiro, enquanto 31% afirmaram ter tomado conhecimento agora, em comparação aos 38% da pesquisa anterior. Os números demonstram que a pré-candidatura de Flávio é amplamente conhecida pela maioria dos eleitores, indicando um aumento de sete pontos percentuais na visibilidade do apoio paterno em relação ao mês anterior. A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de fevereiro, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

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