PF intensifica combate ao PCC em operação contra lavagem de dinheiro

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O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, reforça o compromisso da corporação em atuar com firmeza diante de casos envolvendo políticos ou empresários. Em uma recente operação contra o PCC, a PF mirou a infiltração do grupo criminoso no setor de combustíveis, buscando combater a lavagem de dinheiro. A preocupação com a integridade do sistema financeiro é evidente, levando Rodrigues a defender a implementação de medidas regulatórias, como a carteira de identidade nacional com biometria, para prevenir fraudes.

Diante da magnitude da megaoperação realizada, a PF enfatiza a imparcialidade nas investigações, garantindo que não haverá seleção de investigados. Rodrigues destaca a importância de identificar todos os envolvidos, sejam eles políticos, empresários, funcionários públicos ou do setor privado. A postura da corporação é de rigor e responsabilidade, sem permitir blindagem de agentes públicos ou privados que possam estar envolvidos nas fraudes da cadeia de combustíveis ou na lavagem de dinheiro.

A falta de localização de foragidos da operação Carbono Oculto desperta preocupações, levando a PF a considerar a possibilidade de vazamento de informações. Apesar das incertezas sobre a localização dos suspeitos, a corporação ressalta sua capacidade de buscar os alvos globalmente, por meio de uma extensa rede de colaboração nacional e internacional. O objetivo é identificar e capturar os envolvidos no esquema criminoso.

A complexidade das investigações envolvendo o PCC revela a necessidade de aprofundar a apuração sobre a fuga dos foragidos. O trabalho conjunto com diversos órgãos e instituições visa esclarecer possíveis facilitações ou vazamentos de informações que contribuíram para a evasão dos investigados. A PF mantém o compromisso de desvendar os acontecimentos e capturar os responsáveis, garantindo a integridade das operações contra o crime organizado.

As apreensões realizadas durante a operação contra o PCC indicam a possibilidade de revelar novos grupos envolvidos em esquemas milionários de adulteração de combustíveis e sonegação de impostos. O material recolhido é considerado relevante para a continuidade das investigações, demonstrando a importância de desarticular redes criminosas e fortalecer a atuação contra atividades ilícitas.

O ministro da Fazenda destaca a necessidade de atuação firme contra o crime organizado, principalmente no que diz respeito à lavagem de dinheiro por meio de fintechs e fundos de investimento. O uso de inteligência artificial para rastrear e monitorar as transações financeiras irregulares é uma estratégia adotada para identificar e punir os responsáveis por atividades ilícitas. A fiscalização sobre essas empresas será rigorosa, assegurando a integridade do sistema financeiro e o combate à lavagem de dinheiro.

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