Jeffrey Chiquini argumentou que havia um interesse em prender Filipe Martins desde 2019, sugerindo que a decisão não foi baseada em fundamentos jurídicos sólidos. Para a defesa, a atitude do STF foi precipitada e não condizente com o devido processo legal. As alegações de descumprimento das medidas de restrição nas redes sociais continuam sendo contestadas, enquanto Martins permanece detido aguardando desenvolvimentos no caso. A controvérsia em torno da ação do STF em relação ao ex-assessor de Bolsonaro continua sendo debatida e acompanhada de perto pela opinião pública.




