Pico Paraná registrou outros desaparecimentos e resgates nos últimos anos; relembre os casos
Cume da montanha é considerado o ponto mais alto da Região Sul do Brasil. Conforme IAT, trilha requer muito esforço físico e tempo estimado de caminhada é de 13 horas, com risco ‘muito alto’ de acidente.
Vídeo mostra jovem chegando em fazenda para pedir ajuda após conseguir sair do Pico Paraná [https://s02.video.glbimg.com/x240/14228157.jpg]
Diversos casos de desaparecimentos e resgates foram registrados no Pico Paraná, onde Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, ficou cinco dias desaparecido até ser encontrado com vida nesta segunda-feira (5) [https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2026/01/05/jovem-encontrado-parana.ghtml].
O cume da montanha é considerado o ponto mais alto da Região Sul do Brasil [https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2026/01/05/o-que-e-o-pico-parana-onde-jovem-ficou-desaparecido.ghtml]. Segundo o Governo do Paraná, são 1.877 metros de altitude.
O Pico Paraná, conforme o Instituto Água e Terra (IAT), requer muito esforço físico para realizar a trilha de 15,2 quilômetros de extensão, com ida e volta. O tempo estimado de caminhada é de 13 horas, com risco “muito alto” de acidente.
Neste cenário, diversos trilheiros já se feriram ou se perderam, especialmente em momentos fora da temporada de montanha, que ocorre entre abril e setembro.
Relembre alguns dos casos a seguir:
Na véspera de Natal, bombeiros foram acionados para resgatar homem que ficou com a ‘coluna travada’ no cume.
Na véspera do Natal de 2024, um homem de 24 anos ficou com a “coluna travada” após subir o Pico Paraná. O Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatá-lo e os socorristas passaram a “ceia” no topo da montanha, acompanhando o rapaz.
A equipe tinha preparado uma mala com barraca, roupas, mantimentos e água. Dessa forma, estariam preparados para a necessidade de pernoitar no topo da montanha.
No dia, por conta das condições climáticas, o helicóptero que carregaria a vítima não conseguiu chegar ao local em que ela estava. Por isso, os bombeiros passaram a noite acompanhando o jovem, que estava com fortes dores na lombar e não conseguia se mover.
Na véspera de Natal, bombeiro são acionados para resgatar homem no Pico Paraná.
Na véspera de Natal de 2024, um homem de 24 anos ficou com a “coluna travada” após subir o Pico Paraná.
Na véspera do Natal de 2024, um homem de 24 anos ficou com a “coluna travada” após subir o Pico Paraná. O Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatá-lo e os socorristas passaram a “ceia” no topo da montanha, acompanhando o rapaz.
A equipe tinha preparado uma mala com barraca, roupas, mantimentos e água. Dessa forma, estariam preparados para a necessidade de pernoitar no topo da montanha.
No dia, por conta das condições climáticas, o helicóptero que carregaria a vítima não conseguiu chegar ao local em que ela estava. Por isso, os bombeiros passaram a noite acompanhando o jovem, que estava com fortes dores na lombar e não conseguia se mover.
Homem se machuca e precisa ser resgatado de helicóptero do Pico Paraná.
Em maio de 2022, um homem de 31 anos precisou ser resgatado de helicóptero após sofrer uma luxação no ombro e não conseguir descer o Pico Paraná. Ele precisou passar a noite na montanha até conseguir ser resgatado.
Homem foi resgatado, no Pico Paraná.
Em setembro de 2021, um homem de 27 anos foi resgatado com ferimentos após passar seis dias desaparecido no Pico Paraná.
Na ocasião, o rapaz entrou pela Fazenda Pico Paraná e seguiu até o Morro Getúlio acompanhado por um grupo. No local, ele se separou dos companheiros e caminhou até o cume do Pico Paraná.
Foram cerca de 120 horas de buscas pela vítima que estava desaparecida, com mais de 80 pessoas envolvidas.
O homem foi encontrado em um local de difícil acesso, foi socorrido, estabilizado e em seguida levado até um local onde um helicóptero conseguiu resgatá-lo. Conforme o brigadista, a vítima caminhou até o ponto de resgate. Ele havia caído de uma altura de cerca de 10 metros, sofreu ferimentos e foi levado a um hospital.
Montanhista é resgatado após sofrer lesão no joelho no Pico do Paraná.
Em março de 2020, uma montanhista foi resgatada por um helicóptero depois de ter sofrido uma lesão no joelho enquanto fazia uma trilha do Pico Paraná.
A vítima tinha pouca experiência em montanhismo, se machucou em um sábado, recebeu atendimento do Grupo de Operações de Socorro Tático (Gost) no domingo, mas não conseguiu terminar a trilha pela dificuldade de locomoção e precisou ser resgatada. Depois, ela foi encaminhada para o hospital.
Montanhista quebrou a clavícula e foi resgatado de helicóptero.
Em janeiro de 2018, um montanhista de 38 anos foi resgatado de helicóptero após sofrer um acidente em uma das trilhas do Pico Paraná.
Na ocasião, ele estava acompanhado de mais três pessoas e quebrou a clavícula.
Segundo a Polícia Civil (PC-PR), Roberto iniciou a trilha no dia 31 de dezembro, acompanhado de uma amiga. Segundo relatos, ele se sentiu mal durante a subida.
Após descansarem e encontrarem outros dois grupos no cume, a dupla iniciou a descida com um dos grupos por volta das 6h30.
Ele foi encontrado depois de caminhar mais de 20 quilômetros sozinho.
Veja tudo sobre o caso:
Jovem que sumiu no Pico Paraná é encontrado vivo. ‘Se eu pudesse voltar no tempo, eu não tinha deixado ele’, diz amiga. Vídeo mostra jovem chegando ao hospital para primeiros atendimentos. Jovem andou sozinho por 20 km. Ele conseguiu pedir ajuda em fazenda. Vídeo mostra primeira conversa dele com a família. O que é o Pico Paraná, lugar onde jovem sumiu. O que se sabe e o que falta esclarecer sobre o desaparecimento.
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