O piloto de avião que atuava como motorista de aplicativo em Goiânia, DE, foi condenado a 9 anos e 7 meses por tráfico internacional de drogas e atentado contra a segurança do transporte aéreo. Lucas de Oliveira Penha foi preso em Goiânia após transportar quase 300 kg de cocaína em uma aeronave.
Em nota, a defesa de Lucas informou que ele atuou exclusivamente como transportador da droga e realizou apenas um único voo. A ação penal foi proposta pelo Ministério Público Federal em 2018, resultando na condenação de Lucas e outro réu por transportar aproximadamente 283 kg de cocaína em uma aeronave no aeroporto de Formoso do Araguaia, em Tocantins.
Além do tráfico internacional de drogas, o piloto foi condenado por atentado contra a segurança do transporte aéreo devido a modificações estruturais na aeronave. A pena pelo crime de tráfico internacional foi fixada em 7 anos e 7 meses de reclusão, além de 650 dias-multa. Já pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, a pena foi de 2 anos de reclusão.
Após a prisão no Tocantins, a carreira de Lucas como piloto foi prejudicada, levando-o a trabalhar como motorista de aplicativo em Goiânia. Mesmo respondendo à ação penal em liberdade, ele foi preso após policiais militares identificarem um mandado em aberto decorrente da condenação definitiva.
A defesa de Lucas de Oliveira Penha ressalta que ele sempre reconheceu o erro cometido e nunca teve vínculo com facções criminosas. O advogado destaca a primariedade do réu e a condenação como um evento isolado em sua vida. A pena imposta será cumprida com respeito às garantias previstas na legislação.
Dessa forma, o piloto de avião que se envolveu com o tráfico internacional de drogas e atentado contra a segurança do transporte aéreo agora cumpre sua pena, enquanto sua defesa acompanha a execução penal para garantir um cumprimento dentro dos parâmetros legais e respeitando as normas vigentes. Para mais informações da região, acesse o DE Goiás.




