Pix por aproximação

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A partir de 28 de fevereiro, o Pix por aproximação permite pagamentos instantâneos sem senha, com limite de R$ 500 por transação. Saiba como funciona!

O que é o Pix por aproximação?

O Pix por aproximação, uma nova funcionalidade do sistema de pagamento instantâneo do Banco Central, entra em vigor nesta sexta-feira, 28 de fevereiro. Com essa inovação, os usuários poderão realizar transações aproximando o celular da maquininha de pagamento, utilizando a tecnologia NFC (Near Field Communication), sem a necessidade de digitar a senha bancária. Inicialmente, o valor máximo por transação será de R$ 500, mas os clientes terão a opção de reduzir esse limite e estabelecer um valor máximo diário para essa modalidade de pagamento.

Como funciona o pagamento por aproximação?

A funcionalidade é semelhante à utilizada em cartões de crédito e débito por aproximação, que já são amplamente adotados no país. De acordo com a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), em setembro de 2024, 65% dos pagamentos presenciais foram realizados por aproximação, seja com cartões ou outros dispositivos.

Quais carteiras digitais estão disponíveis?

O pagamento por aproximação poderá ser feito utilizando carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay, ou o aplicativo do próprio banco. Para realizar a transação, basta aproximar o celular da maquininha de pagamento, sem a necessidade de tocar. Algumas instituições financeiras, como Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Cielo, C6 Bank e PicPay, já vinham testando essa funcionalidade em projetos-piloto.

Quem pode usar o Pix por aproximação?

A obrigatoriedade de oferecer o Pix por aproximação vale inicialmente apenas para celulares Android, e todas as instituições financeiras associadas ao open finance devem estar no Google Pay e oferecer essa modalidade. O Pix se tornou o meio de pagamento mais utilizado no Brasil em 2024, com 5,68 bilhões de transações realizadas em janeiro de 2025, movimentando R$ 2,47 trilhões.

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