Tarcísio de Freitas vinha se dedicando à revisão da dosimetria das penas do 8 de Janeiro para fortalecer sua possível candidatura à Presidência, visando uma estratégia que agradasse tanto os bolsonaristas quanto o Centrão. No entanto, sua estratégia foi prejudicada quando o PL retomou sua defesa pela anistia irrestrita a Bolsonaro após a decretação da prisão definitiva do ex-presidente. A postura do líder do Partido Liberal na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e a reação de Valdemar Costa Neto, presidente da sigla, minaram a proposta alternativa de Tarcísio. A situação se tornou ainda mais complicada diante das recentes decisões de Alexandre de Moraes, que inviabilizaram a tramitação do projeto. Com esses movimentos do partido de Bolsonaro contra sua estratégia, aliados de Tarcísio de Freitas reconhecem que sua candidatura ao Planalto está comprometida. Diante disso, questionam a validade de abandonar uma reeleição tranquila para enfrentar uma batalha eleitoral onde seus próprios aliados promovem sabotagens políticas.




