Marquito, conhecido por sua carreira no humor, foi alvo de polêmica em 2016, quando exercia seu mandato como vereador na Câmara Municipal de São Paulo. Na época, o Ministério Público abriu um inquérito para investigar denúncias feitas por ex-funcionários do gabinete de Marquito. Eles alegavam que eram obrigados a devolver parte de seus salários ao parlamentar.
Segundo relatos, um dos ex-assessores afirmou ao promotor que recebia R$ 8 mil por mês, mas era obrigado a repassar metade desse valor a Marquito. Após questionar a situação, seu salário teria sido reduzido para R$ 2,5 mil. As acusações também envolviam Edson Roberto Pressi, apresentado na Câmara como assessor do humorista e citado nas investigações.
Na época, as reportagens destacaram que alguns funcionários do gabinete de Marquito recebiam salários acima da média de mercado. O Ministério Público reuniu documentos como holerites, extratos bancários e registros em vídeo como parte das provas analisadas. Caso as acusações fossem comprovadas, poderiam configurar peculato e improbidade administrativa.
Apesar das acusações, Marquito negou veementemente as denúncias. Em uma nota publicada em sua página no Facebook, o humorista repudiou as declarações infundadas e se colocou à disposição do Ministério Público para esclarecimentos necessários. Ele também agradeceu o apoio recebido e destacou seus projetos em prol de uma São Paulo melhor.
O inquérito aberto pelo Ministério Público ganhou repercussão na época e marcou a trajetória política de Marquito. Hoje, o humorista enfrenta um momento delicado de saúde, após ter sofrido um grave acidente de moto em São Paulo e estar em coma induzido. Além da preocupação com seu estado de saúde, a polêmica envolvendo sua conduta no passado foi resgatada pelos internautas.




