Vídeo: Polícia apreende R$11 mil em equipamentos de pesca ilegal

O Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) apreendeu 108 apetrechos de pesca ilegal no Rio Claro, afluente da margem direta do Rio Araguaia, na divisa dos municípios de Montes Claras e Jussara, região Noroeste de Goiás. Os PMs estipulam um prejuízo de R$ 11 mil aos criminosos.

Divulgada na noite desta segunda-feira (7), as apreensões ocorreram no sábado (5) e no domingo (6). O batalhão chegou até o local após denúncia anônima, de que no rio estava ocorrendo pesca ilegal. Ao avistarem os militares, os pescadores predatórios fugiram para a mata.

A equipe localizou vários ranchos ilegais, que eram usados para armazenar os equipamentos de pesca criminosa. Foram apreendidos: 75 pindas, 14 redes de nylon, seis espinhéis, seis boias, três redes de cordonete, duas tarrafas, um arpão e uma armadilha para caça.
Os objetos apreendidos estão avaliados em R$ 11 mil.

Vídeo:

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Ponte TO-MA: Agência irá avaliar qualidade da água de rio após queda de ponte

A Agência Nacional de Águas (ANA) anunciou nesta terça-feira, 24, que está avaliando a qualidade da água no Rio Tocantins, na área onde desabou a ponte Juscelino Kubitschek, entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Essa medida se justifica devido à informação de que alguns dos caminhões que caíram no rio após a queda da ponte carregavam pesticidas e outros compostos químicos.

O foco das análises está no abastecimento de água a jusante (rio abaixo) a partir do local do acidente. A ANA, em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão, vai determinar os parâmetros básicos de qualidade da água e coletar amostras para as análises ambulatoriais. O objetivo é detectar os principais princípios ativos dos pesticidas potencialmente lançados na coluna d’água do rio Tocantins.

As notas fiscais dos caminhões envolvidos no desabamento apontam quantidades consideráveis de defensivos agrícolas e ácido sulfúrico na carga dos veículos acidentados. No entanto, ainda não há informações sobre o rompimento efetivo das embalagens, que, em função do acondicionamento da carga, podem ter permanecido intactas.

Devido à natureza tóxica das cargas, no domingo e segunda-feira, 23, não foi possível recorrer ao trabalho dos mergulhadores para as buscas submersas no rio. O Corpo de Bombeiros do Maranhão confirmou nesta terça-feira, 24, a morte de quatro pessoas (três mulheres e um homem) e o desaparecimento, até o momento, de 13 pessoas.

Sala de crise

Na quinta-feira, 26, está prevista a reunião da sala de crise para acompanhamento dos impactos sobre os usos múltiplos da água decorrentes do desabamento da ponte sobre o rio Tocantins. Além da própria ANA, outros órgãos participam da sala de crise, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Ministério da Saúde.

O Dnit está com técnicos no local avaliando a situação para descobrir as possíveis causas do acidente. Segundo o órgão, o desabamento foi resultado porque o vão central da ponte cedeu.

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