O celular encontrado nas imediações da casa dos idosos desaparecidos é de Silvana Aguiar, segundo a Polícia Civil. Silvana Germann de Aguiar, junto com seus pais, Isail Vieira de Aguiar e Dalmira Germann de Aguiar, estão desaparecidos há 20 dias. O policial militar, que é pai do filho da mulher, foi preso.
A investigação aponta que o celular encontrado próximo à residência dos pais e ao mercado da família pertence a Silvana Germann de Aguiar. Após receber uma denúncia anônima, a polícia conseguiu localizar o aparelho e encaminhá-lo para perícia. A mulher de 48 anos e seus pais não são vistos desde então.
O policial militar Cristiano Domingues Francisco, preso temporariamente por suspeita de envolvimento no desaparecimento da família Aguiar, teve seus celulares apreendidos, juntamente com o da sua atual companheira. Apesar disso, eles se recusaram a fornecer as senhas para a polícia. A principal hipótese investigada é a de homicídio.
Durante a investigação, a polícia descobriu indícios de que o suspeito Cristiano estava próximo à família no dia do desaparecimento dos idosos. Mesmo após ser chamado para prestar depoimento como testemunha, ele permaneceu em silêncio. A prisão temporária do suspeito tem um prazo máximo de 30 dias.
A relação conturbada entre Silvana e o ex-marido, além de questões familiares e desentendimentos, são apontadas como possíveis motivos para o crime. Com um filho de 9 anos envolvido na situação, a investigação busca esclarecer os fatos relacionados ao desaparecimento da família Aguiar.
A polícia também aguarda os resultados finais das perícias realizadas nas casas dos desaparecidos, no minimercado da família e em imagens de câmeras de segurança que registraram movimentações suspeitas nos dias dos desaparecimentos. A quebra do sigilo telefônico e a análise dos vestígios encontrados são cruciais para elucidar o caso.
Com base nas evidências encontradas, a polícia continua apurando os detalhes do caso e buscando mais informações que possam levar à resolução do mistério em torno do desaparecimento da família Aguiar. A prisão do suspeito e as provas coletadas até o momento são fundamentais para a continuidade das investigações.




