Polícia de SP desmantela esquema de fraudes financeiras em Campo Grande: grupo prometia altos lucros em empresas de fachada.

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A polícia de SP cumpriu mandado em Campo Grande contra grupo suspeito de fraudes financeiras.

De acordo com a Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic), a investigação começou em abril de 2025 e identificou um grupo especializado em fraudes financeiras. O grupo suspeito de induzir empresários a adquirirem cotas de empresas de fachada foi alvo da polícia de Rio Preto.

A Polícia Civil de São José do Rio Preto esteve em Campo Grande para cumprir mandados de prisão e busca e apreensão. Também foram cumpridos mandados de apreensão no início da semana no interior paulista contra o grupo suspeito de fraudes financeiras. Segundo as investigações, os suspeitos Gabriel Gandi Zahran Georges e Camilo Gandi Zahran Georges, induziam empresários a investir em empresas de fachada, com promessa de altos lucros.

Gabriel foi conduzido à delegacia, ouvido e liberado. Camilo não foi encontrado e segue foragido. O delegado responsável pela operação “Castelo de Cartas”, Fernando Teddi, afirmou que os irmãos prometiam lucros elevados sob falsa alegação de vínculo com um grupo empresarial do ramo de gás e energia. O Grupo Zahran, do qual a TV Morena faz parte, informou que os membros mencionados na investigação são da família Zahran, mas não possuem vínculo com o grupo.

O esquema fraudulento funcionava com a promessa de altos rendimentos e alegações de ligação com um grande grupo empresarial do setor de gás e energia. As vítimas investiram em empresas fictícias e tiveram prejuízos milionários. A operação realizada em Campo Grande e São José do Rio Preto resultou em várias apreensões, incluindo armas, veículos de luxo, joias e dinheiro.

Ao todo, a operação resultou em uma prisão por porte ilegal de arma de fogo, quatro armas apreendidas, mais de R$ 250 mil em dinheiro, cheques e notas promissórias no valor de mais de R$ 1,5 milhão, além de veículos de luxo, joias e relógios de alto valor. O Grupo Zahran emitiu uma nota esclarecendo que os membros da família Zahran não têm vínculo com as empresas investigadas e que os fatos mencionados não estão relacionados às suas atividades.

Em meio a uma situação complexa de fraudes financeiras, a ação da polícia foi crucial para desmantelar o esquema criminoso e proteger os empresários lesados. A seriedade das investigações e a eficiência na execução dos mandados são a prova do compromisso das autoridades em combater a criminalidade e garantir a segurança da população. A íntegra da nota do Grupo Zahran reitera a não vinculação dos membros da família com as atividades ilícitas descobertas. A transparência e o rigor na apuração dos fatos são fundamentais para coibir práticas fraudulentas e proteger o mercado financeiro de atividades ilegais.

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