A Polícia Federal investiga um banco clandestino utilizado para lavagem de dinheiro do tráfico na terceira fase de uma operação que busca desarticular o núcleo financeiro de uma organização criminosa. Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia (GO) e Imperatriz (MA).
Os mandados foram emitidos pela Justiça no Tocantins, com apoio da Delegacia-Geral da Polícia Civil do estado e da Polícia Civil de Goiás (PC/GO).
Análises financeiras revelaram um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro envolvendo uma fintech clandestina, que operava sem autorização do Banco Central, para movimentações no Brasil e exterior.
A polícia identificou uma revenda de veículos em Goiânia usada para lavar ativos do tráfico aéreo de drogas. Em Imperatriz, um empresário da construção civil e um servidor público movimentaram milhões em um banco clandestino com uma papelaria de fachada.
As transações ocorriam por meio de contas no banco clandestino e utilizavam uma papelaria de fachada.
Um policial militar do Maranhão, ex-sócio de uma construtora envolvida no esquema, também teve mandado cumprido. Os investigados podem responder por lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e fraude fiscal, penas que ultrapassam 30 anos de reclusão.
A FICCO/TO, coordenada pela Polícia Federal, reúne as polícias Civil, Militar e Penal do Tocantins para combater organizações criminosas.
A operação agora avança para desdobramentos e próximos passos, após identificar os principais envolvidos nos crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e fraude fiscal.
O combate à lavagem de dinheiro e ao tráfico de drogas é essencial para a segurança e ordem social, por isso a cooperação entre as polícias e órgãos de segurança é fundamental para o sucesso dessa empreitada.




