Polícia prende turista de SC por insultos racistas no Carnaval de Salvador

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Catarinense preso por racismo em camarote passava Carnaval na Bahia pela 10ª
vez, diz polícia

Funcionárias de camarote em Salvador disseram que o homem as xingou de “pretas”,
“macacas” e “escravas”. Suspeito vindo de Itajaí teve prisão preventiva
decretada.

Turista de SC é preso após proferir insultos racistas em Salvador

O turista de 42 anos, preso por proferir insultos racistas a funcionárias de um
camarote no Carnaval de Salvador,
[chttps://de.globo.com/ba/bahia/carnavalnabahia/noticia/2026/02/19/homem-e-preso-por-descriminacao-racial-em-camarote-no-carnaval-de-salvador.ghtml],
chegou até a capital baiana vindo de Itajaí
[https://de.globo.com/sc/santa-catarina/cidade/itajai/] (SC). Em entrevista à
NSC TV nesta quinta-feira (19), o delegado Ricardo Amorim, responsável pelo
caso, informou que o homem negou o crime e disse em depoimento que seria a 10ª
vez que passava a folia no estado.

O crime foi no sábado (14), em um camarote no circuito Dodô (Barra-Ondina). Duas
funcionárias disseram que o homem as xingou de “pretas”, “macacas” e “escravas”.
A identidade dele não foi informada, somente a cidade de origem.

Conforme o delegado, o turista passou por audiência de custódia e teve a prisão
em flagrante convertida em preventiva. O caso segue em investigação na Delegacia
Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin).

> “Segundo as vítimas, testemunhas, ele estaria na fila do banheiro do camarote
> e, no momento em que foi repreendido, ele passou a ofender essas funcionárias
> e disse que, pelo fato de ele ser do Sul, ele teria mais direito de estar no
> camarote do que as próprias funcionárias. Esse é o relato, pelo menos é a
> versão passada por essas pessoas que estavam presentes, mas, por outro lado,
> ele negou toda essa acusação”, disse.

O suspeito foi identificado pela equipe do camarote e, com o apoio da Polícia
Militar, levado à delegacia. Em nota, a equipe do camarote repudiou o
comportamento do turista e disse que presta apoio para as funcionárias.

Além disso, a organização informou que cancelou outros ingressos adquiridos pelo
suspeito e o proibiu de participar de qualquer evento organizado pelo grupo.

Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa
(Decrin), em Salvador — Foto: Thuane Maria/GOVBA

Com informações do de Bahia e da TV Bahia

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