A Associação dos Policiais do Congresso Nacional defendeu a competência dos policiais legislativos federais na segurança do senador Flávio Bolsonaro. A decisão veio após o senador optar por não utilizar a Polícia Federal durante sua campanha presidencial, preferindo a equipe de segurança já estabelecida no Senado.
Em nota divulgada em 22 de julho, a associação destacou que a atividade é “exercida de forma permanente, profissional e sistematizada”. A entidade enfatizou a integração de inteligência e os programas contínuos de treinamento que qualificam esses profissionais.
A associação reconheceu a excelência da Polícia Federal, mas contestou a ideia de uma “superioridade técnica automática” sobre os policiais legislativos. Segundo eles, a proteção é uma parte central do trabalho dos legislativos federais, que possuem experiência específica na área.
O relacionamento de quase oito anos entre Flávio Bolsonaro e sua equipe de segurança foi apontado como um ativo valioso. A associação ressaltou a importância da continuidade em compreensões aprofundadas da rotina do protegido.
O conhecimento detalhado da dinâmica de trabalho do senador permite a antecipação de situações potencialmente adversas, segundo a associação. O tempo prolongado junto à mesma autoridade ajuda na identificação de alterações de padrão.
Além disso, a entidade comentou que essa continuidade não é apenas um detalhe, mas sim um componente essencial para o funcionamento eficaz da segurança. Confiança e experiência acumulada são destacadas como elementos cruciais.
A associação enfatizou a especialização desenvolvida pelos policiais legislativos, que acumularam doutrina ao longo dos anos. Essa experiência é vista como um diferencial na escolta de autoridades.
Por fim, a nota reforça que a escolha de Flávio Bolsonaro é respaldada por uma estrutura extremamente qualificada, defendendo a capacidade operacional dos legislativos federais.



