Policial militar estupra mulher e é preso: vítima entra em crise ao reconhecê-lo na delegacia

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No caso chocante de uma mulher estuprada por um policial militar, a vítima enfrentou uma crise de pânico ao se deparar com o agressor na delegacia. A denúncia feita pela mulher inclui relatos de ameaças, coerção, roubo, estupro e agressão, incluindo um corte nas costas. Mesmo após os crimes, ela continuou sendo cobrada e ameaçada.

O policial militar em questão, Lucas de Sousa Mathias, foi preso dentro do batalhão enquanto estava em serviço. As acusações contra ele envolvem extorsão, estupro e possíveis vínculos com agiotagem. O delegado Cláudio Vieira, responsável pela investigação, descreveu o estado de pânico da vítima ao reconhecer o agressor na delegacia.

Durante o reconhecimento do suspeito, a vítima entrou em crise, tremendo e chorando ao visualizar o homem responsável pelo estupro e extorsão. A situação foi descrita como intensa, destacando a gravidade do que a vítima havia enfrentado. A polícia continua a investigação sobre o caso, visando uma conclusão sólida e justa.

As investigações indicam que o policial e seu cúmplice estavam cobrando uma dívida relacionada à agiotagem. O valor emprestado inicialmente era de R$ 800, no entanto, eles passaram a exigir R$ 7 mil devido a juros abusivos. Após cometerem os crimes de extorsão, o policial ainda estuprou a vítima e saqueou sua residência.

Durante o interrogatório, Lucas tentou atribuir as cobranças ao seu comparsa, Davyd Novato Santana, envolvido nas práticas de agiotagem. No entanto, acabou confessando sua participação nos crimes mais graves, incluindo o estupro da vítima. A polícia realizou apreensões nas residências dos suspeitos, encontrando evidências relacionadas aos crimes cometidos.

A Polícia Civil está investigando se a dupla cometeu crimes semelhantes contra outras vítimas na região. O policial encontra-se detido na Unidade Prisional da Polícia Militar do RJ, enquanto medidas administrativas estão sendo tomadas. A assessoria da PM enfatizou que a corporação não tolera desvios de conduta e crimes cometidos por seus membros, afirmando que os envolvidos serão punidos de forma rigorosa.

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