O Brasil, maior país da América Latina, passou por um período conturbado em 2025. Jair Bolsonaro foi preso por planear um golpe, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se posicionou contra Donald Trump em uma situação controversa. Com Lula cogitando uma nova candidatura em 2026, a The Economist aponta preocupações em relação à sua idade e capacidade cognitiva, destacando que, aos 80 anos, ele seria o político mais antigo a ocupar o cargo no Brasil pós-ditadura.
As políticas econômicas de Lula também são alvo de críticas, com foco em programas sociais que negligenciam o apoio às empresas. Além disso, os escândalos de corrupção que marcaram seus mandatos anteriores ainda geram desconfiança entre os brasileiros. Apesar disso, a falta de concorrentes à altura na política brasileira coloca Lula em uma posição de destaque, sem enfrentar opositores consistentes.
O presidente tem a oportunidade de garantir um legado positivo ao país se cumprir sua promessa de não concorrer novamente e permitir a renovação na liderança política. Enquanto a esquerda segue sem nomes fortes para sucedê-lo, na direita a disputa pelo posto de Bolsonaro parece não ter um candidato ideal. A figura de Tarcísio de Freitas desponta como uma alternativa viável, com uma postura mais democrática e aos 50 anos, representando uma renovação necessária no cenário político do país.




