A ida do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, para o PSD, anunciada recentemente, pode ter reflexos no tabuleiro eleitoral de Minas Gerais. Com Caiado deixando a corrida presidencial, o partido pode permitir maior autonomia aos candidatos a governador ou diretórios estaduais para escolherem seu apoio presidencial, incluindo Lula, Flávio Bolsonaro ou outro nome. Isso pode abrir caminho para o senador Rodrigo Pacheco se filiar ao União Brasil e concorrer ao governo de Minas como aliado de Lula. No PSD, isso não parecia viável, com Gilberto Kassab já lançando Mateus Simões como pré-candidato para o governo mineiro. A decisão sobre a ida de Pacheco para o União Brasil deve ser tomada em fevereiro, considerando os benefícios do partido, como Fundo Eleitoral, tempo de TV e capilaridade com mais de 160 prefeitos e 1.400 vereadores em Minas.




