Neste fim de semana, a cidade de São Paulo se prepara para receber o pré-carnaval com uma agenda intensa de blocos. Com 177 agremiações espalhadas pela capital, somando os dias de pré-carnaval, carnaval e pós, o clima festivo toma conta das ruas paulistanas. Dentre os destaques, estão os tradicionais blocos Casa Comigo, Acadêmicos do Baixo Augusta, e a presença inédita da cantora Ivete Sangalo à frente do bloco Quem Pede, Pede no circuito do Parque Ibirapuera.
No primeiro dia de festa, marcado para o sábado (7), o público poderá conferir uma diversidade de blocos, como o Casa Comigo, Ritaleena, Bicho Maluco Beleza com Alceu Valença, Batekoo, Bloco da Salete Campari, Bloco Bollywood, e Bloco do Rock SP, entre outros. As concentrações variam entre diferentes pontos da cidade, como Pinheiros, Lapa, Paissandu, Consolação, e Sé, proporcionando opções para todos os gostos e estilos.
Já no domingo (8), os foliões poderão se divertir com blocos consagrados como Acadêmicos do Baixo Augusta, Skol, Monobloco, Cordão Carnavalesco Confraria do Pasmado, Bloco Gal ToTal, Bloco do Risca Fada, Sainha de Chita, e Pauliceia, em locais diversos, como Consolação, Vila Mariana, Butantã, Campos Elíseos, Pompeia e Parada Inglesa. A diversidade de atrações promete agradar a todos os públicos.
No entanto, apesar da animação e da expectativa para o pré-carnaval, organizadores de blocos expressam críticas em relação à demora na divulgação da programação oficial, falta de diálogo com a prefeitura e insuficiência de apoio financeiro para os fazedores de carnaval. A ausência de uma política pública permanente para o carnaval de rua gera insegurança e desgaste para os organizadores, que precisam lidar com custos cada vez mais altos.
Diante dessas questões, os blocos reivindicam uma maior participação nas decisões e um planejamento antecipado, visando garantir a continuidade e a valorização do carnaval de rua em São Paulo. A gestão pública destaca o impacto econômico positivo gerado pela festa, mas reconhece a necessidade de melhorias no fomento e na comunicação com os organizadores. A busca por equilíbrio entre tradição, cultura e sustentabilidade financeira segue como desafio para a manutenção da identidade carnavalesca da cidade.




