Uma garrafa de vinho é sempre uma ótima opção de presente para diferentes
ocasiões. Seja no Dia da Mulher, Dia das Mães, Dia dos Pais, para o aniversário
de um amigo, como forma de agradecimento para um colega de trabalho ou para
alguém que vai comemorar um momento especial.
Além de proporcionar prazer em si, o vinho é uma bebida que carrega atributos
como elegância e requinte, e estimula o compartilhamento – o vinho não é uma
bebida solitária.
Mas como escolher um bom vinho de presente se você não conhece o gosto da
pessoa?
O ideal é ir até uma loja de vinho, pois além de terem um catálogo de rótulos
mais exclusivos que os supermercados, contam com equipes de vendas
especializadas e que podem fornecer dicas valiosas para acertar na escolha.
Caso você opte por escolher sozinho o rótulo, pelo e-commerce da Grande Adega, as dicas a seguir vão te ajudar a selecionar
a bebida mais adequada para o presenteado.
O presenteado entende de vinhos
Se quem vai receber o presente é um entendido do assunto, gosta de viajar para
visitar vinícolas, fez curso de sommelier e vive postando fotos de garrafas nas
redes sociais, é melhor não arriscar muito. Confiar em rótulos das mais
prestigiadas áreas de produção do mundo é a melhor estratégia.
Champagne
Champagne é o símbolo por excelência das celebrações e, só por isso, é perfeito
como presente. Além disso, os Champagnes se destacam pela altíssima qualidade e
pelo status que eles carregam.
Icônica, a vinícola Deutz dispensa apresentações: ter na adega um Champagne desse produtor é o sonho de qualquer
apaixonado por vinhos. Mas se você procura algo mais em conta sem abrir mão da
qualidade, a Mandois é uma Maison que surpreende pelo excelente custo-benefício.
Bordeaux e Borgonha
Ao lado de Champagne, Bordeaux e Borgonha são as duas regiões mais renomadas da
França. Bordeaux é famosa por seus vinhos tintos encorpados, intensos e ricos em
taninos, produzidos com uvas como Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.
São rótulos perfeitos para acompanhar carnes, portanto se a pessoa presenteada
ama churrasco, você já sabe o que escolher.
Entre as muitas vinícolas bordalesas, a Denis Dubourdieu Domaines é reconhecida
por sua excelência. Seu vinho Château Haura possui muito sabor,
taninos redondos e um ótimo custo-benefício.
Já Borgonha é conhecida tanto pelos brancos de Chardonnay quanto pelos tintos de
Pinot Noir. São, via de regra, vinhos delicados e elegantes, com acidez
vibrante e grande mineralidade.
São perfeitos sozinhos e com comidas: os brancos casam maravilhosamente bem com
ostras, já os tintos acompanham de carnes assadas a risotos de cogumelos.
Se tiver que escolher uma vinícola, a Moillard é tiro certeiro. Você pode, por
exemplo, optar por um Chablis Premier Cru, um
branco de alta gama, ou um tinto de Grand Cru,
a classificação máxima da região.
Piemonte e Vêneto
As duas regiões mais prestigiadas do norte da Itália – Piemonte no noroeste e
Vêneto no nordeste – produzem vinhos bastantes diferentes entre si, porém ambos
de grande qualidade.
No Piemonte nascem os célebres Barolo e Barbaresco, dois estilos de tintos
produzidos com a uva Nebbiolo:
apresentam grande intensidade, estrutura, taninos e complexidade. São perfeitos
com carnes vermelhas, além de terem grande potencial de envelhecimento. A
vinícola Michele Chiarlo é considerada uma das melhores do Piemonte.
Já o Vêneto é o lar do Amarone, vinho tinto intenso, encorpado, complexo e de
teor alcoólico elevado, considerado uma bebida de meditação. A Cantina Bertani
é um daqueles produtores que
orgulham a enologia italiana e que certamente agrada até os paladares mais
exigentes.
Bairrada
Mesmo não gozando da mesma fama que as citadas acima, a região portuguesa da
Bairrada produz excelentes vinhos brancos e tintos. Isso é uma vantagem pois é
possível comprar rótulos premiadíssimos por preços mais competitivos.
A enóloga Filipa Pato é uma referência e seus vinhos biodinâmicos são famosos no mundo todo. A linha
Nossa Calcário – com branco e tinto – é uma das mais premiadas de Portugal com pontuações
altíssimas em guias especializados.
Pequenos produtores
Escolher vinhos de pequenos produtores também é uma ótima opção. Com produções
limitadas, muitas vezes essas vinícolas “butiques” focam na extrema qualidade.
Mas é preciso separar o joio do trigo, pois nem sempre o preço se justifica.
Uma que não decepciona é a chilena Tabali que
é pioneira na exploração do terroir do Vale do Limarí, região de solos calcáreos
que antigamente eram o fundo do mar e que estão localizados no norte do Chile,
entre o Oceano Pacífico, a Cordilheira dos Andes e o deserto do Atacama.




