Presidente da Colômbia acusa Equador de bombardear território e matar 27 pessoas

AME6235. BOGOTÁ (COLOMBIA), 08/08/2025.- Fotografía de archivo del presidente de Colombia, Gustavo Petro, hablando en un acto realizado en la Quinta de San Pedro Alejandrino en Santa Marta (Colombia). Petro aseguró este viernes que su Gobierno comenzó conversaciones fuera del país con el Clan del Golfo, la principal banda criminal de Colombia que también se autodenomina Ejército Gaitanista. EFE/ Carlos Ortega ARCHIVO

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, voltou a atribuir nesta terça-feira (17) ao Equador a autoria de explosões na fronteira dos países e o aparecimento de uma bomba no local. Em publicação no X (ex-Twitter), o líder colombiano disse que a suposta tentativa de ataque “não parece ser obra de grupos armados nem das forças de segurança”.

“Há 27 corpos carbonizados, e a explicação não é crível, as bombas estão no chão perto de famílias, muitas das quais optaram pacificamente por substituir suas plantações de folha de coca por plantações legais“, escreveu Petro. Ainda na publicação, o presidente colombiano afirmou que essa comunidade agora produz café, chocolate e cacau.

Por meio de publicação do X, o presidente do Equador disse que sua gestão “combate o terrorismo relacionado às drogas” desde o início de seu mandato. Noboa afirmou que, por meio de cooperação internacional, suas forças bombardeiam “os locais que serviram de esconderijos a grupos criminosos”.

durante o episódio na fronteira. O presidente da Colômbia disse que a bomba de 250 kg foi “lançada de um avião”.

“Os métodos serão investigados minuciosamente, muito perto da fronteira com o Equador, o que de certa forma confirma minha suspeita, mas é preciso investigar a fundo se estamos sendo bombardeados a partir do [território equatoriano]“, declarou.

Petro afirmou que existe uma “gravação” sobre as explosões que “deveria ser tornada pública”. Esse vídeo, segundo ele, é oriundo do Equador e foi acessado pelas autoridades colombianas.

Por fim, Petro informou que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para ligar para o chefe de Estado do Equador, Daniel Noboa, e tratar sobre o episódio. “Nós não queremos entrar em guerra”, declarou o colombiano.

Por meio de publicação do X, o presidente do Equador disse que sua gestão “combate o terrorismo relacionado às drogas” desde o início de seu mandato. Noboa afirmou que, por meio de cooperação internacional, suas forças bombardeiam “os locais que serviram de esconderijos a grupos criminosos”.

O presidente colombiano, Gustavo Petro, voltou a atribuir mais uma vez, nesta terça-feira (17), ao Equador a responsabilidade pelas explosões na fronteira entre os países e a descoberta de uma bomba no local. Petro alega que o ataque não pode ter sido realizado por grupos armados ou pelas forças de segurança.

O episódio foi comunicado durante uma reunião do Conselho de Ministros, onde Petro informou sobre a bomba de 250 kg que teria sido lançada de um avião, perto da fronteira com o Equador. O presidente colombiano destacou a importância de investigar a fundo se os bombardeios partiram do território equatoriano.