Presidente do Botafogo busca investimentos em reunião com sheik da família real do Catar

Presidente do Botafogo busca investimentos em reunião com sheik da família real do Catar
Presidente do Botafogo social se reúne com sheik da família real do Catar em viagem a Doha

João Paulo Magalhães Lins busca estreitar laços com Moe Al Thani, sheik membro da família governante do Catar e dona do PSG

Voz do Setorista: veja o que o Botafogo pensa sobre contratar um goleiro para 2026 [https://s04.video.glbimg.com/x240/14147963.jpg]

Presidente do Botafogo [https://ge.globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/], João Paulo Magalhães Lins já não tem mais a mesma relação amistosa com John Textor – prova disso são os desdobramentos de uma ação judicial na última semana, em que a SAF foi temporariamente impedida de vender jogadores sem comunicação prévia ao associativo. [https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2025/11/28/saf-e-clube-social-resolvem-impasse-e-botafogo-volta-a-poder-vender-jogadores-entenda-acordo.ghtml] O dirigente do clube social está em Doha, no Catar, para uma conferência de negócios. Nela, ele se encontrou com Moe Al Thani, sheik que integra a família governante do país. O Botafogo foi tema durante o encontro entre os dois. João Paulo busca estreitar laços pensando em possíveis investimentos financeiros no clube. Demais detalhes da conversa não foram revelados à reportagem do ge.

— Grato por dar as boas-vindas a Doha ao meu irmão João Paulo. Ele nos recebeu com tanto amor no Rio, e foi uma bênção vê-lo aqui. Doha será sempre a sua casa, meu amigo — postou Moe Al Thani.

Moe Al Thani e João Paulo Magalhães Lins, presidente do Botafogo social — Foto: Reprodução

A situação dos cofres do Botafogo é um dos motivos de insatisfação do clube social em meio ao imbróglio judicial com a SAF. Em carta, o associativo se queixou da interrupção de aportes por parte dos investidores estrangeiros. [https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2025/11/28/botafogo-social-diz-que-saf-destinou-r-628-milhoes-a-auxilio-financeiro-do-lyon.ghtml]

A família Al Thani – a que pertence Moe – é dona do Qatar Investment Authority (QIA), fundo soberano do Estado do Catar que tem como subsidiária a Qatar Sports Investment (QSI). Esta empresa, por sua vez, é a controladora do Paris Saint-Germain, da França. Ou seja: na prática, a família governante do Catar é a dona do PSG. Os Al Thani são a terceira família mais rica do mundo, [https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/12/18/quais-sao-as-10-familias-mais-ricas-do-mundo-e-de-onde-vem-sua-fortuna.ghtml] com uma fortuna estimada em US$ 172 bilhões (cerca de R$ 913,4 bilhões) advinda de negócios no setor de gás e petróleo.

O Botafogo não é uma novidade para os Al Thani: em 2019, por meio do então prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella, o clube entregou uma camisa ao sheik Hamad Bin Khalifa Bin Ahmad Al Thani, então presidente da Associação de Futebol do Catar (QFA).

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