Rodrigo Agostinho afirma que a derrubada dos vetos não enfraquece o Ibama, mas sim dá mais autonomia aos estados e municípios para estabelecer suas regras. Ele alerta que essa flexibilização pode gerar uma competição perigosa de flexibilização entre diferentes regiões, levando à migração de atividades por facilidades na obtenção de licenças. Isso, segundo ele, pode aumentar o desmatamento e precarizar os licenciamentos. Projetos de alto impacto ambiental continuam sob responsabilidade do Ibama, como usinas nucleares e hidrelétricas. Agostinho pontua que a mudança na legislação não traria agilidade no processo, já que o problema geral reside na baixa qualidade de projetos e estudos. A regularização da flexibilização pode comprometer metas de emissões do Brasil no Acordo de Paris.




