O PT planeja uma estratégia agressiva contra o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência, em resposta ao seu crescimento nas pesquisas de intenção de voto. O presidente do partido, Edinho Silva, afirmou que Flávio não surgiu do nada e pediu uma análise de cada contexto de votação do senador. Edinho referiu-se a Flávio como uma figura que não é um ‘copo vazio’, mas sim o resultado de um legado autoritário e fascista, devido à sua ligação familiar com Jair Bolsonaro. O político pediu aos correligionários uma rápida resposta, expondo os problemas do senador.
Entre os problemas listados pelo PT está o escândalo da ‘rachadinha’, onde Flávio foi acusado de chefiar uma organização criminosa que desviava parte do salário de seus funcionários. Edinho reconheceu a dificuldade do partido de dialogar com a sociedade, mas afirmou que possuem todas as condições para elevar Lula à vitória. Durante o encontro, dirigentes expressaram preocupação com os potenciais danos da CPI do INSS e do escândalo do Banco Master, em relação à campanha de Lula.
Edinho também alertou sobre a ‘ofensiva de redes sociais’ contra Lula e o PT, destacando a necessidade de combater a mobilização digital bolsonarista. Ele ressaltou a importância de levantar a bandeira da reforma política para se manter como um partido antissistema. Mesmo com os desafios, incentivou os colegas a enfrentarem a situação e reconheceu a estrutura poderosa dos bolsonaristas nas redes sociais.
Por fim, Edinho enfatizou a importância do engajamento dos militantes, destacando que nenhum robô é capaz de debater mais do que um militante motivado. O cenário político brasileiro segue agitado, com o PT se preparando para combater a ascensão de Flávio Bolsonaro e reforçar a campanha de Lula rumo à presidência.




