O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deliberou credenciais a nove novos embaixadores, nesta terça-feira (3). O documento permite que os representantes estrangeiros tratem, oficialmente, sobre assuntos pertinentes ao seu país de origem e o Brasil, em território brasileiro. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto. Após o credenciamento, estão habilitados a despachar no país os representantes dos seguintes países: México – Carlos García de Alba; Noruega – Kjetil Elsebutangen; Palestina – Marwan Jebril; Bulgária – Eleonora Dimitrova; Guatemala – Alfredo Vásquez Rivera; Indonésia – Andhika Chrisnayudhanto; Grécia – Eleni Lianidou; Portugal – Isabel Maria Oliveira Brilhante Pedrosa; e Colômbia – Alfredo Rafael Saade Vergel. Tradicionalmente, os governos fazem consultas ao país no exterior sobre a indicação de um novo embaixador para atuar em seu território. Na diplomacia, a consulta é chamada de agrément (que é a autorização), que pode ser concedido ou não. O embaixador, então, assume o posto após a entrega de documentos enviados pelo presidente de seu país ao governo do país onde atuará. A apresentação das cartas credenciais ao presidente da República é uma formalidade que aumenta as prerrogativas de atuação do diplomata no Brasil. Caso a credencial não seja recebida pelo presidente, o embaixador não pode representar seu país em audiências ou solenidades oficiais, por exemplo.



