Presos são condenados por matar e mutilar colega de cela em caso brutal no presídio de Lages_SC: saiba mais!

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Presos são condenados por matar e arrancar cabeça e órgãos de colega de cela em presídio de Lages (SC)

No presídio masculino de Lages, na Serra de SC, dois presos foram condenados por um crime brutal que chocou a região. O caso ocorreu em outubro de 2023 e teve como desfecho a imposição de penas de 19 anos e oito meses e 22 anos e seis meses de reclusão em regime fechado. A sentença foi divulgada pelo Tribunal de Justiça, evidenciando a gravidade do ocorrido e a necessidade de punição proporcional.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o crime aconteceu em 5 de outubro, quando a vítima foi atacada de forma brutal dentro da cela que dividia com os agressores. Um dos presos aplicou um golpe conhecido como “mata-leão”, asfixiando a vítima até a morte, enquanto o outro restringia seus movimentos, impedindo qualquer possibilidade de defesa. Após o homicídio, os réus decapitaram a cabeça da vítima e realizaram cortes na região abdominal, removendo órgãos do corpo.

O conselho de sentença reconheceu as circunstâncias agravantes do crime, como o motivo torpe relacionado a um sentimento de vingança e a crueldade das ações, incluindo o emprego de asfixia e a dissimulação dos agressores. Durante o julgamento, que se estendeu por mais de 13 horas, ficou evidente a participação consciente e conjunta dos réus tanto no homicídio quanto nas mutilações posteriores. Diante disso, suas penas foram fixadas em regime fechado, com a permanência no sistema prisional como forma de cumprir a punição estabelecida.

O caso repercutiu não apenas pela brutalidade dos atos cometidos, mas também pela complexidade do processo judicial e a análise minuciosa das provas apresentadas. A decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina reflete a gravidade do crime e a necessidade de garantir a segurança e a justiça para a vítima e seus familiares. Com a possibilidade de recurso, o desfecho desse caso ainda reserva etapas adicionais no sistema judiciário, visando assegurar a efetividade da punição imposta aos condenados.

A sociedade, em geral, acompanha com atenção casos como esse, que evidenciam a violência e a crueldade presentes em algumas situações de privação de liberdade. A atuação do Ministério Público, do Poder Judiciário e demais órgãos envolvidos no processo revela o compromisso com a segurança e a justiça, buscando garantir que crimes tão graves não fiquem impunes. O desfecho desse caso trágico em Lages reforça a importância da aplicação efetiva da lei e da punição proporcional aos responsáveis por atos tão horrendos.

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