As foragidas foram capturadas em uma ação conjunta da PF com a Polícia Militar, que recebeu informações sobre o paradeiro das acusadas. A vítima foi localizada com diversos ferimentos e sinais de tortura, além de estar com o cabelo completamente raspado. Segundo relatos, a boliviana foi atraída para o Brasil com a promessa de um emprego, mas ao chegar no país foi surpreendida com agressões físicas e psicológicas.
De acordo com as investigações, as suspeitas mantinham a vítima em cárcere privado em condições precárias e a obrigavam a realizar trabalhos domésticos sob ameaças e agressões constantes. Além disso, a mulher estava completamente isolada do mundo exterior, sem acesso a meios de comunicação ou contato com familiares e amigos. A PF ressaltou a importância da ação policial para resgatar a boliviana e, ao mesmo tempo, prender as acusadas responsáveis pelos crimes de tortura e sequestro.
A prisão das foragidas é um passo importante para garantir a segurança da vítima e evitar que novos casos de violência ocorram. A PF alerta para a gravidade dos crimes cometidos pelas acusadas e ressalta a importância da denúncia e do combate à violência contra mulheres, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade. A população de Guajará-Mirim e região deve ficar atenta e denunciar casos suspeitos às autoridades competentes.
A boliviana foi encaminhada para atendimento médico e psicológico, onde receberá assistência necessária para se recuperar dos traumas sofridos durante o período em que esteve sob o domínio das agressoras. A PF informou que as investigações continuam em andamento para identificar possíveis cúmplices e esclarecer totalmente as circunstâncias do sequestro e da tortura. É fundamental que a sociedade se mobilize contra a violência e ajude a proteger as vítimas, garantindo que casos como esse não fiquem impunes.
A captura das foragidas suspeitas de torturar a boliviana é um exemplo da atuação eficiente da PF na investigação e combate a crimes graves como esse. A rápida resposta das autoridades e a prisão das acusadas demonstram o compromisso das instituições em proteger a população e garantir a segurança e a justiça para as vítimas de violência. A PF reforça o seu compromisso em combater a criminalidade e proteger os direitos humanos, e continuará trabalhando incansavelmente para garantir a punição dos responsáveis por atos tão cruéis como os cometidos contra a boliviana em Guajará-Mirim.




