Prisão de suspeito do ataque fatal no BRT traz alívio e esperança por justiça no Rio

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A Polícia Civil prendeu mais um dos suspeitos do ataque que resultou na morte da passageira do BRT, Priscilla da Silva Almeida, de 40 anos, ocorrido no dia 25 de dezembro em um ônibus na Avenida Brasil, na Zona Norte do Rio. O suspeito, identificado como Maurício Matheus, foi capturado no último sábado (10) após cometer outro roubo com faca no BRT. Nas investigações, os policiais o reconheceram pelas imagens das câmeras de segurança do assalto que resultou na tragédia. De acordo com a polícia, Maurício confessou ter participado do roubo que culminou na morte de Priscilla.

Segundo o relato do suspeito à polícia, no mesmo dia do assassinato, o chefe do tráfico do Parque União convocou os três envolvidos para uma reunião. Apenas Maurício e Rubens compareceram, sendo que Rubens foi preso dias depois. O terceiro envolvido, conhecido apenas como Junior, encontra-se foragido. Durante a reunião, o criminoso deu a opção aos assaltantes de serem agredidos ou castigados, sendo que Rubens optou pela agressão e Maurício escolheu ser castigado, sendo colocado dentro de um caixote por dez dias sem alimentação adequada.

As investigações realizadas com o apoio das delegacias 21ª DP (Bonsucesso) e 22ª DP (Penha) indicaram que os três homens embarcaram no veículo com o intuito de praticar crimes patrimoniais e roubar os passageiros. Durante o assalto, houve reação dos passageiros e, em meio à confusão, Priscilla acabou sendo atacada e não resistiu aos ferimentos, enquanto um segundo passageiro também foi ferido. As imagens das câmeras de segurança mostram o momento em que a passageira foi atacada com faca durante o assalto no BRT do Rio.

A prisão de mais um dos suspeitos traz um alívio para a família e a sociedade diante desse crime brutal que chocou a população do Rio de Janeiro. A atuação incansável da Polícia Civil na busca pelos envolvidos e na elucidação dos fatos é fundamental para a garantia da justiça e da segurança para os cidadãos. Espera-se que a prisão de Maurício contribua para o desfecho do caso e que os demais envolvidos sejam capturados e responsabilizados perante a lei. A sociedade clama por justiça e pela garantia de que episódios como esse não se repitam.

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