Produção de biocombustíveis em Goiás tem alta de 17%

A produção de biocombustíveis em Goiás teve alta de 17% em 2024, o melhor crescimento acumulado para um primeiro quadrimestre nos últimos nove anos. O estado também registrou o aumento de 15% na produção de etanol de janeiro a abril, valor que corresponde a um crescimento de 58 mil m³, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O bom desempenho é reflexo das medidas implementadas pelo Governo de Goiás, por meio da política do etanol, e reflete diretamente na redução da carga tributária proporcionada pelas medidas, conforme apuração do Instituto Mauro Borges (IMB).

BIOCOMBUSTÍVEIS

Também foram criados mais de três mil novos empregos em Goiás, o que contribui para o fomento e fortalecimento da economia local. O valor representa aumento de 5% no estoque médio de empregos, entre janeiro e abril de 2024.

Ainda, a atividade de biocombustíveis representa 9,5% de todo o estoque de emprego da indústria de transformação goiana no período.

“As medidas adotadas pela gestão demonstram como a redução de impostos pode fomentar o desenvolvimento de setores-chave da economia regional. Vamos continuar impulsionando a produção de biocombustíveis e fortalecendo a indústria estadual,”, destaca o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima.

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Pobreza na Argentina caiu para menos de 40%, aponta governo

Pobreza na Argentina: Desafios e Dados

O índice de pobreza na Argentina caiu para 38,9% no terceiro trimestre deste ano, enquanto a pobreza extrema, ou indigência, recuou para 8,6%, conforme estimativa do Conselho Nacional de Coordenação de Políticas Sociais (CNCPS), divulgado nesta quinta-feira, 19. A medição oficial do Indec, que ocorre semestralmente, havia apontado 52,9% de pobreza na primeira metade do ano.

O governo atribui essa redução às políticas econômicas implementadas para controlar a inflação e estabilizar a economia, além de um foco maior nas transferências de recursos diretamente para os setores mais vulneráveis, sem a intermediação de terceiros. No início da gestão de Javier Milei, metade dos recursos destinados à população em situação de vulnerabilidade era distribuída por meio de intermediários.

Embora os números absolutos variem, especialistas concordam que os indicadores de pobreza estão em declínio. Martín Rozada, da Universidade Torcuato Di Tella, calculou que, se a tendência continuar, a taxa de pobreza pode se situar em torno de 40% até o final do ano, com a indigência em cerca de 11%.

Agustín Salvia, do Observatório da Dívida Social da UCA, apontou que a redução da pobreza foi impulsionada pela desaceleração dos preços e pelo aumento do poder de compra da renda laboral das classes médias, com a indigência caindo de 10% para 8,5% entre 2023 e 2024.

Leopoldo Tornarolli, da Universidade de La Plata, também previu que a pobreza em 2024 pode terminar abaixo dos níveis de 2023, devido à queda expressiva no primeiro semestre do ano.

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