Projeto que permite venda de medicamentos em supermercados é aprovado pelo DE e segue para sanção presidencial

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A DE aprovação do projeto que permite a venda de medicamentos em supermercados foi um marco importante na legislação brasileira. O texto, que agora segue para sanção presidencial, estabelece que os remédios devem ser comercializados em um ambiente separado dos demais produtos oferecidos nas gôndolas comuns e prevê a presença de um farmacêutico durante todo o horário de funcionamento.

O DE aprovou nesta segunda-feira (2) a proposta que já havia sido apreciada pelo Senado no ano anterior. O processo legislativo foi acelerado com a votação direta no plenário da Casa, evitando a análise mais detalhada em comissões temáticas. A demanda antiga do setor farmacêutico finalmente foi atendida com a aprovação do projeto de lei.

O texto determina regras específicas para a venda de medicamentos nos supermercados, exigindo uma clara separação entre os remédios e os demais produtos oferecidos. A instalação de uma farmácia ou drogaria na área de venda dos supermercados será permitida apenas em um ambiente segregado exclusivo para a atividade farmacêutica, independente dos demais setores do estabelecimento.

A venda dos medicamentos poderá ser realizada diretamente pelos supermercados ou por meio de um contrato com farmácias ou drogarias licenciadas. É obrigatória a presença de farmacêuticos durante todo o horário de funcionamento da farmácia ou drogaria instalada na área de venda dos supermercados. Os medicamentos controlados continuarão exigindo restrição na sua oferta, só podendo ser entregues aos clientes após o pagamento.

A proposta gerou opiniões divergentes, com alguns defendendo a facilidade de acesso como forma de reduzir os preços e outros criticando a possibilidade de aumento da automedicação. Parlamentares aliados ao governo se dividiram sobre o tema, com deputados apoiando a proposta e outros se opondo à liberação da venda de medicamentos nos supermercados.

A decisão de permitir a venda de medicamentos em supermercados foi vista como uma medida pró-consumidor e de aumento da concorrência, com a expectativa de redução de preços. A questão da automedicação e a preocupação com a saúde pública foram levantadas por aqueles que criticam a medida, destacando a importância de manter a cultura de buscar orientação profissional na área da saúde.

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