Protesto em Brasília contra ataques dos EUA à Venezuela: defesa da soberania dos povos.

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Manifestantes protestam em frente à embaixada da Venezuela em Brasília após
ataques dos EUA

O ato contou com bandeiras e placas com dizeres “defendemos a soberania dos
povos”. Manifestação foi na tarde deste sábado (3).

1 de 3 Manifestação em frente à embaixada da Venezuela em Brasília. — Foto: TV
Globo/Divulgação

Manifestação em frente à embaixada da Venezuela em Brasília. — Foto: TV
Globo/Divulgação

Após ataques dos Estados Unidos à Venezuela,
manifestantes contrários à operação militar que prendeu o presidente Nicolás
Maduro protestaram em frente à Embaixada da Venezuela, em Brasília,
neste sábado (3) (veja foto acima).

A manifestação começou por volta das 16h e foi convocada pelas redes sociais.

Mesmo com chuva, o grupo se concentrou na praça, em frente à embaixada, com o
monumento de Simón Bolívar, venezuelano responsável pela independência de seis
países da América Latina da Espanha no começo do século 19.

O ato contou com bandeiras e placas com dizeres “defendemos a soberania dos
povos”. Os manifestantes disseram que são solidários ao povo da Venezuela (veja
vídeo abaixo).

Manifestantes protestam em frente à Embaixada da Venezuela em Brasília.

Manifestantes protestam em frente à Embaixada da Venezuela em Brasília.

ATAQUES À VENEZUELA

Depois de meses de especulações e operações marítimas perto da
Venezuela, os Estados Unidos atacaram neste sábado diversos pontos de Caracas e
capturaram o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa.

Uma série de explosões atingiu a capital da Venezuela na madrugada deste sábado.
Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em
um intervalo de cerca de 30 minutos.

Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e
correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente
nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.

Aeronaves são vistas voando baixo durante explosões em Caracas.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de
instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.

Mais cedo, o próprio Trump anunciou o ataque em suas redes sociais:

> “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande
> escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, capturado
> com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”

2 de 3 Fumaça e explosões são vistas em Caracas, na Venezuela, em 3 de janeiro
de 2026. Trump confirmou ataque dos EUA ao país e diz que capturou Maduro —
Foto: Reuters

Fumaça e explosões são vistas em Caracas, na Venezuela, em 3 de janeiro de 2026.
Trump confirmou ataque dos EUA ao país e diz que capturou Maduro — Foto: Reuters

Logo após o início da ofensiva, o governo da Venezuela publicou um comunicado
afirmando que o país estava sob ataque. Caracas disse que o presidente
venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.

O presidente venezuelano desembarcou em Nova York por volta das 18h30 deste
sábado (3), após ser capturado por autoridades dos Estados Unidos.

3 de 3 Nicolás Maduro desembarca de avião em Nova York em 3 de janeiro de 2026,
após ter sido capturado pelo governo Trump na Venezuela — Foto: Reuters

Nicolás Maduro desembarca de avião em Nova York em 3 de janeiro de 2026, após
ter sido capturado pelo governo Trump na Venezuela — Foto: Reuters

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