Protestos contra políticas de imigração de Trump se espalham pelo país

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Durante o primeiro aniversário do segundo mandato de Trump, milhares de pessoas protestaram contra as políticas de imigração do presidente em todo o país. As manifestações se espalharam por cidades e campi universitários, demonstrando a indignação da população diante da agressiva repressão à imigração promovida pelo governo. Os protestos ganharam força depois que agentes federais mataram a tiros a ativista Renee Good em Minneapolis, além de arrastarem uma cidadã norte-americana de seu carro, gerando revolta em diversos setores da sociedade.

Em Washington e em cidades menores como Asheville, Carolina do Norte, centenas de manifestantes se reuniram para protestar contra o ICE, sigla em inglês para o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA. Os vídeos online mostram os manifestantes marchando e gritando “Sem ICE, sem KKK, sem EUA fascista”. O governo Trump insiste em sua política de deportação de milhões de imigrantes ilegais, apesar da oposição da maioria dos norte-americanos ao uso da força pelos agentes do ICE e outras agências federais.

Estudantes universitários em Cleveland, Ohio, e do ensino médio em Santa Fé, Novo México, se juntaram aos protestos entoando palavras de ordem em defesa dos refugiados e contra o ICE. Os organizadores dos protestos e funcionários das escolas destacam a importância da mobilização estudantil contra as políticas de imigração do governo. Grupos de esquerda, sindicatos e organizações de base se unem para se opor aos campos de detenção de imigrantes, como o de El Paso, Texas, onde três detentos morreram nas últimas semanas.

Manifestações estavam marcadas para ocorrer em cidades do oeste, como São Francisco e Seattle, com protestos planejados para a tarde e noite. O movimento de resistência contra as políticas de imigração de Trump ganha força em todo o país, com a participação de diversos setores da sociedade em busca de mudanças e do respeito aos direitos dos imigrantes. A união de trabalhadores, estudantes e ativistas mostra a força da mobilização popular contra medidas consideradas arbitrárias e injustas pelo governo. Os protestos marcam mais um capítulo da luta pela defesa dos direitos humanos e da justiça social nos Estados Unidos.

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