Ratinho Jr., segundo disseram interlocutores à mídia conservadora nesta quinta-feira, adiantou que será candidato à Presidência, se for o nome escolhido pelo PSD.
Governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), recusou a proposta do líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), para desistir da candidatura presidencial e apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Ratinho Jr., segundo disseram interlocutoes à mídia conservadora, será candidato à Presidência, se escolhido pelo PSD, que definirá até 30 de março entre os governadores do Paraná, do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e de Goiás, Ronaldo Caiado.
O senador aliado a Bolsonaro avisou que romperá politicamente com Ratinho Jr., no Paraná, para apoiar outra candidatura ao governo do Estado e criar palanque para o filho de Jair Bolsonaro (PL).
O PL poderá optar por Sergio Moro (União Brasil) ou o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi (PSD), o governador demonstra preferência pelo secretário das Cidades, Guto Silva (PSD), e o deputado estadual mantém conversas com o Republicanos para se lançar candidato.
“A possibilidade mais forte hoje é o PL endossar a candidatura de Moro, que enfrentava dificuldades para encontrar um partido para concorrer,” afirmaram fontes próximas.
A escolha do PSD pelo candidato à Presidência vai impactar as alianças e cenário político. Se confirmado, teremos desdobramentos importantes, como a possível ruptura entre Ratinho Jr. e setores bolsonaristas no Paraná.
A notícia da candidatura de Ratinho Jr. pelo PSD já repercute nacionalmente, trazendo expectativa sobre os próximos passos do governador e as reações dos demais envolvidos no cenário político nacional.
No contexto atual da política brasileira, a candidatura de Ratinho Jr. agita as discussões sobre as eleições presidenciais de 2022 e reforça as divisões e estratégias dos partidos políticos na corrida eleitoral. A decisão do governo paranaense terá consequências diretas nas alianças e interesses partidários em todo o país.




