O governador do Paraná e pré-candidato à Presidência da República, Ratinho Júnior (PSD), descartou, em um primeiro momento, a possibilidade de sair pré-candidato ao Senado, caso o PSD de Gilberto Kassab não o escolha como seu candidato à Presidência. Em vez disso, o governador pretende ajudar na coordenação dos palanques nas regiões Sul e Sudeste.
Em seu segundo mandato, o filho do apresentador Carlos Massa (Ratinho) não poderia concorrer novamente ao Palácio Iguaçu. Caso mude de ideia e parta para a disputa pelo Senado, ele terá que deixar o Executivo paranaense até o dia 4 de abril, mesma necessidade que enfrentam os outros dois governadores do PSD.
O PSD possui, além de Ratinho, outros dois pré-candidatos à Presidência: o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que recentemente deixou o União Brasil.
O governador do Paraná e pré-candidato à Presidência da República, Ratinho Júnior, destacou: “Eu prefiro ajudar quem for o candidato, estar em uma coordenação, ajudando a coordenar na região Sul do país, Sudeste, e depois ver o que fazer, voltar para a iniciativa privada”.
Em seus próximos passos, Ratinho Júnior ainda revelou que a composição de uma chapa pura, com presidente e vice-presidente do PSD, é uma possibilidade tratada como secundária dentro do partido. Ele avalia, porém, que a configuração é “extremamente possível, até porque são todos ali que têm densidade eleitoral”.
Apesar do impasse e da necessidade de não poder disputar reeleição, o governador não vê rivalidade entre os três pré-candidatos do partido. Ele ressaltou: “Todo mundo está bem consciente de que quem for ali o escolhido, todo mundo vai caminhar junto”.
O apoio de Ratinho para o cargo que deixará ainda é incerto, mas o jornal O Globo documenta sinalizações de bastidores que apontam para o secretário estadual das Cidades, Guto Silva (PSD).
Após um almoço na Avenida Faria Lima em São Paulo, promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Ratinho Júnior esclareceu que pretende contribuir com a coordenação dos palanques nas regiões Sul e Sudeste, caso não seja o escolhido pelo PSD para concorrer à Presidência, numa disputa que inclui Eduardo Leite e Ronaldo Caiado.




