Recentemente, a tarifa de ônibus em 12 cidades da Grande São Paulo sofreu reajuste. Dentre essas cidades, Guarulhos, Itaquaquecetuba e Ribeirão Pires foram as mais afetadas, com os maiores valores cobrados. Este aumento também se estendeu a outras localidades da Região Metropolitana, incluindo a capital paulista, São Paulo. Guarulhos, por exemplo, passou a cobrar R$ 6,20, Itaquaquecetuba R$ 6,30 em dinheiro e Ribeirão Pires R$ 6,40.
Guarulhos, uma cidade da Grande São Paulo, aparece em destaque nas notícias devido ao acréscimo de 21% na passagem de ônibus. Aumento esse que entrou em vigor no dia 1º. O cenário é refletido também em outras localidades, com um total de 39 cidades da região, incluindo a capital São Paulo, sofrendo mudanças nos valores das passagens.
O novo valor das passagens de ônibus municipais já está em vigor em algumas cidades da Grande São Paulo, marcando o início de 2026. São Paulo, por exemplo, verá a tarifa subir de R$ 5,00 para R$ 5,30 a partir de 6 de janeiro. Outras cidades como Guarulhos (R$ 6,20), Itaquaquecetuba (R$ 6,30) e Ribeirão Pires (R$ 6,40) agora têm as passagens mais caras da região.
Além disso, algumas cidades optaram por manter os valores anteriores, sem qualquer aumento neste ano, como Santo André, São Bernardo e outras quatro localidades. Por outro lado, dez municípios ainda estudam possíveis mudanças. Em nove cidades da região, como São Caetano, o transporte é gratuito ou sequer existe serviço municipal.
Houve uma investigação feita pela TV Globo em todas as 39 cidades da região a fim de analisar o cenário atual das tarifas de ônibus. O levantamento revelou os reajustes realizados em diversas localidades, com destaque para São Paulo, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Ribeirão Pires, Arujá, Barueri, Carapicuíba, entre outras que tiveram mudanças nos valores das passagens.
Por fim, algumas cidades ainda estudam possíveis reajustes, como Cajamar, Cotia, Diadema, Embu das Artes, além de outras. Já algumas localidades optaram por manter os valores, enquanto outras oferecem tarifa zero ou não possuem transporte municipal. A situação continua a se desenrolar em algumas cidades que ainda não responderam sobre possíveis mudanças.




