Pesquisa Realtime/Bigdata realizada com eleitores do Estado de Goiás sobre a disputa presidencial de outubro deste ano mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na liderança das intenções de voto, com 43%, contra 34% do presidente e pré-candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ratinho Jr. (PSD) pontua 6% e Romeu Zema (Novo) 2%. Brancos e nulos somam 7% e não sabem ou não responderam 6%.
No cenário com Eduardo Leite (PSD), que aparece com 2% das intenções de votos, Flávio pontua 45% e Lula 35% no Estado de Goiás; Romeu Zema soma 2%. Mas quando o candidato do PSD é Ronaldo Caiado, o atual governador aparece na liderança da pesquisa estimulada em seu Estado, com 36% das intenções de voto, seguido de Lula com 29% e Flávio com 22%.
No quesito rejeição, Lula lidera com 55%, seguido de Flávio com 40%, Ratinho Jr. com 31%, Zema com 28%, Leite com 26% e Caiado com 23%.
A pesquisa está registrada sob número BR-08833/2026, foram realizadas 1.500 entrevistas com eleitores do Estado de Goiás, entre os dias 16 e 17 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.
Flávio Bolsonaro se destaca com 43% das intenções de voto em Goiás, enquanto Lula aparece com 34%, segundo a pesquisa Realtime/Bigdata. Ratinho Jr., Romeu Zema, e outros candidatos também são mencionados. A análise dos resultados demonstra a polarização entre Flávio e Lula no Estado.
Lula lidera o índice de rejeição, seguido de perto por Flávio Bolsonaro. Os demais candidatos também apresentam níveis significativos de rejeição entre os eleitores goianos. O cenário político se mostra competitivo e com heterogeneidade de preferências.
A posição de destaque de Flávio Bolsonaro em Goiás pode influenciar estratégias de campanha e alianças políticas. Por outro lado, a presença de Lula no estado indica a manutenção de sua relevância eleitoral. Os resultados da pesquisa são importantes para antever o cenário das eleições presidenciais em outubro.
Com a liderança de Flávio Bolsonaro em Goiás, a disputa presidencial se mostra acirrada em um dos estados-chave do país. Os dados refletem a polarização política nacional e indicam um cenário desafiador para os candidatos, que precisarão conquistar diferentes segmentos da população para garantir apoio decisivo nas urnas.



