Solução sustentável reduz gastos com retrabalho na construção civil
Práticas sustentáveis vão além do meio ambiente e se consolidam como estratégia para reduzir desperdícios, proteger acabamentos e controlar custos nas obras.
Nos últimos anos, a sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta ambiental para se tornar uma questão estratégica dentro da construção civil. Se antes o debate estava concentrado principalmente na redução de impactos ao meio ambiente, hoje ele avança para temas diretamente ligados à eficiência operacional, ao controle de custos e à diminuição de desperdícios ao longo do ciclo da obra.
Esse movimento ocorre em um cenário de pressão crescente sobre o setor. De acordo com o IBGE, o custo médio do metro quadrado da construção no Brasil atingiu aproximadamente R$ 1.882 em novembro de 2025, com variação acima de 5% nos últimos 12 meses, pressionando ainda mais os orçamentos das obras.
Com os custos de materiais elevados, prazos mais curtos e consumidores cada vez mais atentos à qualidade final do imóvel, construtoras são obrigadas a rever processos e adotar soluções que entregam mais resultados com menos desperdício. Nesse contexto, práticas sustentáveis passam a ser vistas não apenas como responsabilidade ambiental, mas como uma forma concreta de proteger investimentos e melhorar a rentabilidade dos projetos.
G1 de 4 Proteforte Proteção de Pisos. — Foto: Divulgação
Proteforte Proteção de Pisos. — Foto: Divulgação
O DEG1 custo do retrabalho após a obra avançar
Um dos grandes vilões do orçamento na construção civil é o retrabalho. Relatórios técnicos e indicadores de desempenho no setor brasileiro mostram que o índice de retrabalho médio pode estar ao redor de 7% do valor da obra, e em obras mal geridas esse percentual pode ser ainda maior do que o ideal.
Refações que surgem após etapas já concluídas comprometem não apenas o cronograma, mas também geram custos adicionais com materiais, mão de obra e logística. Entre os principais pontos de desgaste durante a execução da obra, o piso ocupa posição de destaque.
Mesmo após a instalação, o piso continua sendo intensamente utilizado durante o canteiro: circulação de profissionais, transporte de materiais, movimentação de equipamentos e execução de acabamentos finais. Sem a proteção adequada, riscos, trincas, manchas e quebras tornam-se comuns, levando à substituição de peças ou até à refação completa de áreas já finalizadas.
Esses danos, muitas vezes tratados como “inevitáveis”, representam um desperdício significativo de recursos. Além do impacto financeiro, há também o descarte de materiais novos, que poderiam ter sido preservados, ampliando a geração de resíduos e o consumo desnecessário de insumos.




