Os grupos políticos do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), e do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), definiram suas chapas para a eleição fluminense com base em acordos partidários, mas também em um cálculo de distribuição regional. Enquanto a direita consolidou o espaço do governador Cláudio Castro (PL) e busca ampliar o eleitorado em Belford Roxo, Nova Iguaçu e São Gonçalo, a centro-esquerda optou por uma composição que acena ao segmento evangélico e mira em Duque de Caxias, o segundo maior colégio eleitoral do estado. A revista IstoÉ explica a estratégia regional por trás desse movimento.




