A mobilização dos Estados Unidos para resgatar um piloto de um avião de caça F-35 abatido no Irã terminou sem sucesso nesta sexta-feira (3), após uma operação militar envolvendo helicópteros Black Hawk e uma aeronave C-130 Hercules. A ação não conseguiu localizar o militar, que teria se ejetado após a queda do caça, em meio à escalada de tensões na região.

Segundo a agência iraniana Tasnim News, que citou fontes em Kohgiluyeh e na província de Boyer-Ahmad, no oeste do Irã, a operação foi iniciada nas primeiras horas do dia, mas não apresentou resultados até o momento. As mesmas fontes indicaram que o episódio pode gerar impactos na imagem internacional dos Estados Unidos.

De acordo com as informações, o piloto teria se ejetado após ter a aeronave abatida pelas forças iranianas, aterrissando em território nacional. Apesar da mobilização aérea, não houve confirmação de seu paradeiro. As fontes também afirmaram que existe a possibilidade de que outra pessoa seja apresentada posteriormente como o piloto resgatado, diante da repercussão do caso.

Irã afirma ter abatido segundo F-35

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) declarou que este foi o segundo caça F-35 abatido pelo Irã. Segundo o comunicado, a ação foi realizada por um sistema avançado de defesa da Força Aeroespacial. Ainda conforme a IRGC, a aeronave, que pertenceria ao esquadrão de Lakenheath, foi completamente destruída e caiu no local do incidente.

O episódio ocorre em meio a uma ofensiva militar atribuída por autoridades iranianas aos Estados Unidos e a Israel, após o assassinato do líder iraniano, aiatolá Seyed Ali Khamenei, além de comandantes militares e civis, em 28 de fevereiro. Segundo o relato iraniano, os ataques envolveram bombardeios contra alvos militares e civis, provocando mortes e danos à infraestrutura. Em resposta, as Forças Armadas do Irã realizaram operações retaliatórias com mísseis e drones contra posições estadunidenses e israelenses em territórios ocupados e bases na região.

O Feirão do Pescado em Manaus começou nesta quarta-feira (1º) e segue até sexta-feira (3), com mais de 90 toneladas de peixe disponíveis. A ação, promovida pela ADS, visa garantir o abastecimento durante a Semana Santa.

Segundo a organização, 60 piscicultores de sete municípios do Amazonas participam da iniciativa. A expectativa é atender mais de 30 mil consumidores até o fim da semana.

Os preços dos pescados estão até 30% mais baixos em comparação com o mercado tradicional, de acordo com levantamento da ADS. O tambaqui, por exemplo, é vendido a partir de R$ 12 o quilo.

Locais e horários de funcionamento

O feirão acontece em dois pontos da capital amazonense. A Arena Poliesportiva Amadeu Teixeira, no bairro Flores, e o Centro Cultural dos Povos da Amazônia, no bairro Crespo, funcionam das 7h às 19h nesta quarta e quinta. Na sexta-feira (3), o atendimento vai das 7h às 13h.

Além do pescado, os locais contam com a Feira de Produtos Regionais, onde consumidores encontram frutas, verduras e legumes direto do produtor. A iniciativa fortalece a economia local e reduz a cadeia de intermediários.

Outro diferencial é o serviço gratuito de limpeza e retirada de espinhas, oferecido aos clientes. A medida facilita o preparo do peixe e tem sido bem avaliada por quem passa pelo local.

Impacto econômico e segurança alimentar

A realização do Feirão do Pescado também tem impacto direto na segurança alimentar da população. De acordo com especialistas, iniciativas como essa garantem acesso a proteínas de qualidade a preços justos.

O evento movimenta a economia de cidades do interior, que escoam sua produção para a capital. Presidente Figueiredo, Manacapuru e Itacoatiara estão entre os municípios participantes.

“É uma oportunidade de valorizar o produtor local e oferecer ao consumidor um produto fresco e sustentável”, destacou o presidente da ADS em entrevista ao DE.

Expectativa para os próximos dias

Com a proximidade da Sexta-feira Santa, a expectativa é de aumento no fluxo de consumidores. A organização recomenda que os visitantes cheguem cedo para evitar filas e garantir as melhores opções de pescado.

A ADS também informou que reforçou as equipes de limpeza e segurança nos dois locais. A estrutura conta com tendas cobertas, gelo para conservação e sinalização de acessibilidade.

O Feirão do Pescado se consolida como uma das principais ações de abastecimento durante a Semana Santa no Amazonas. A iniciativa completa 15 anos em 2026 e tem servido de modelo para outros estados da região Norte.