Ricardo Nunes vice de Bruno Covas, processa Felipe Neto

Processo aconteceu após uma publicação de Felipe sobre Ricardo

O candidato a vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), da mesma chapa que Bruno Covas (PSDB), processou o youtuber, Felipe Neto após o mesmo fazer uma publicação no twitter, acusando o candidato de violência domestica e uma possível participação na mafia das creches.

Os advogados de Ricardo, alegaram que a publicação seria “peça de propaganda eleitoral” e que Felipe não pensa na “destruição de reputações que não respeita sequer a vida privada do candidato”.

Em defesa ao candidato, os advogados afirmaram que a acusação de Felipe Neto é inverídica e não tem nenhum respaldo de noticias jornalisticas. Também foi solicitado que o post fosse excluído, mas o juiz eleitora, juiz eleitoral Guilherme Silva e Souza, permitiu que a publicação continuasse no ar.

“A crítica política é amplamente admitida pela legislação eleitoral, extremamente relevante ao debate de ideias e escolha da melhor opção pelo eleitor no certame em curso, típico exercício da liberdade de expressão no âmbito específico eleitoral, extensiva ao cidadão comum na sua manifestação pessoal do pensamento..”, dizia a decisão divulgada hoje.

A defesa ainda afirmou “as notícias jornalísticas juntadas com a defesa dão conta de que as afirmações realizadas encontrariam substrato em notícias jornalísticas amplamente divulgadas em veículos de comunicação”.

Felipe Neto tem um prazo de 24 horas para apresentar uma defesa. Nas redes sociais, o youtuber  compartilhou com seus seguidores o caso, porém, o site Uol procurou sua assessoria e a mesma informou que Felipe não irá falar sobre o tema.

Já a assessoria de Ricardo, desmentiu uma das acusações. “A ação está sendo julgada pela Justiça Eleitoral. Felipe Neto erra ao afirmar que o candidato a vice prefeito Ricardo Nunes nunca pagou pensão à esposa. Não pagou porque nunca se separou. Não existe nenhum processo de separação vinculado à intimidade do casal, que deveria ser tratada com mais respeito”, afirmou a assessoria.

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