Ricardo Schnetzer: A Despedida de um Ícone da Dublagem Brasileira aos 72 anos

ricardo-schnetzer3A-a-despedida-de-um-icone-da-dublagem-brasileira-aos-72-anos

Ricardo Schnetzer, um dos maiores nomes da dublagem brasileira, faleceu aos 72 anos de idade nesta quarta-feira, 04/02. O artista vinha lutando contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e sua morte foi confirmada por seu sobrinho, Victor Vaz, também dublador, em uma emocionante homenagem nas redes sociais. A notícia da partida de Schnetzer comoveu fãs e colegas do meio artístico, que prestaram suas condolências à família do renomado profissional.

Victor Vaz relembrou a convivência e aprendizados ao lado de seu tio, destacando valores como ética e autenticidade, que marcaram a vida e carreira de Ricardo Schnetzer. O dublador também compartilhou momentos de cumplicidade e amor familiar, mostrando o profundo respeito e admiração que nutria por aquele que considerava não apenas um mentor, mas um verdadeiro pai. Os relatos do sobrinho emocionaram aqueles que acompanhavam a trajetória do artista.

A batalha contra a ELA mobilizou uma campanha de arrecadação online, que contou com a solidariedade do público e fãs de Ricardo Schnetzer. O valor arrecadado foi fundamental para custear os cuidados e despesas médicas do artista, garantindo um suporte adequado em sua luta contra a doença. Schnetzer ficou conhecido por emprestar sua voz a grandes astros de Hollywood e marcar presença em diversas produções renomadas, tornando-se uma referência na dublagem nacional.

No universo das novelas, Schnetzer deixou sua marca ao dar voz ao galã Fernando Colunga, protagonista da icônica novela ‘A Usurpadora’. Sua contribuição para a cultura e entretenimento no Brasil foi imensurável, conquistando a admiração de milhares de fãs e admiradores ao longo de sua carreira. Com seu talento e dedicação, Ricardo Schnetzer se tornou uma figura emblemática no cenário da dublagem e sua partida deixa saudades e um legado inestimável para o mundo artístico.

O diagnóstico da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) marcou os últimos meses da vida de Schnetzer, mas o apoio e carinho recebidos de seu público e colegas foram essenciais para enfrentar os desafios dessa doença degenerativa. A colaboração de todos aqueles que se mobilizaram em prol do artista foi fundamental para garantir a qualidade de vida e cuidados necessários durante seu tratamento. O legado de Ricardo Schnetzer permanecerá vivo através de suas obras e da memória daqueles que tiveram o privilégio de conhecer e admirar seu trabalho. A despedida de um ícone da dublagem brasileira deixa saudades, mas seu talento e impacto continuarão a ecoar por gerações.

Box de Notícias Centralizado

🔔 Receba as notícias do Diário do Estado no Telegram e no WhatsApp