Rodrigo Caetano expressou seu sentimento de tristeza diante da saída de Dorival da Seleção, descrevendo o momento como um “dia triste”. O objetivo agora é ter um novo técnico já em junho para dar continuidade ao planejamento da equipe visando a Copa do Mundo de 2026. Dorival Júnior deixou um histórico de 16 jogos dirigindo a Seleção, com sete vitórias, sete empates e duas derrotas.
A demissão de Dorival Júnior da Seleção foi anunciada por Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF. A saída do treinador foi um momento doloroso para Caetano, diretor de seleções, que destacou a amizade e profissionalismo de Dorival. Em meio às incertezas do cenário, a busca por um novo comandante se torna essencial para manter o foco no futuro da equipe.
Rodrigo Caetano enfatizou que, apesar das mudanças, seu compromisso com a CBF segue até 2026, ano do próximo mundial. Ele mencionou a autonomia que sempre teve em relação às decisões ligadas às seleções, deixando claro que a escolha do treinador é uma responsabilidade presidencial. Este momento de transição representa um desafio, mas também uma oportunidade de renovação e crescimento.
A decisão de manter Caetano, Cícero Souza e Juan na CBF foi baseada na ideia de manter uma continuidade nas ações desenvolvidas até então. Em vez de iniciar do zero com uma nova equipe, a aposta é no fortalecimento da estrutura já existente. A busca por um backup consistente vai ao encontro da estratégia de evolução da entidade esportiva.
Dorival Júnior encerrou sua passagem pela Seleção com um aproveitamento de 58,3%, deixando o time em quarto lugar nas eliminatórias sul-americanas e sendo eliminado nas quartas de final da Copa América de 2024. A contribuição do treinador foi significativa, e agora a expectativa é por mudanças positivas sob a liderança de um novo técnico. Rodrigo Caetano e sua equipe estão focados em trazer novos ares para a Seleção e buscar o sucesso nos próximos desafios.