O governador enfatizou que não abrirá mão de concorrer à presidência e que permanecerá no partido apenas se receber um apoio efetivo. Nos bastidores, aliados consideram que o diálogo com outras siglas também funciona como uma pressão política sobre a cúpula do União Brasil. Caiado defende a ideia de que a direita não deve se concentrar em apenas um candidato no primeiro turno das eleições. Ele acredita que a diversidade de opções seria estratégica diante da força do presidente e da máquina governamental. ‘O que Lula deseja é enfrentar apenas um candidato. Como podemos competir com um só candidato contra toda a máquina do governo?’, questionou. Na visão do governador, ter um único adversário facilitaria a estratégia do Planalto e diminuiria as chances de alternância de poder em 2026.




