O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), marcou presença em um ato da direita na Avenida Paulista, em São Paulo, onde defendeu a união das forças conservadoras para a próxima eleição presidencial. Ele declarou que, caso haja um governo aliado, o primeiro ato será a concessão de ‘anistia plena, geral e irrestrita’ aos condenados pelos atos de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso no Complexo da Papuda em Brasília. Caiado também mencionou outros possíveis candidatos, como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, destacando que a anistia seria o primeiro ato do governo em 2027. Diante dos apoiadores, o governador ressaltou a importância de Goiás no combate à criminalidade. Ele reconheceu sua pouca familiaridade com parte do público presente, mas salientou a reputação de seu estado na área de segurança, afirmando que Goiás é um local onde ‘bandido não se cria’. Caiado elogiou a capacidade de mobilização de Bolsonaro, ressaltando que nenhum outro líder político, mesmo sem mandato e preso, conseguiu envolver a população como o ex-presidente. Ele também destacou o deputado Nikolas Ferreira e afirmou que Bolsonaro tem sido fundamental na defesa da liberdade e democracia. Além disso, Caiado mencionou outros possíveis candidatos presidenciais do PSD, como Eduardo Leite e Ratinho Júnior, indicando um alinhamento do partido com a direita e uma estratégia para as eleições de 2026.




