São Paulo pode emprestar Patryck após conseguir a liberação de Wendell
Tricolor ainda acredita que conseguirá antecipar a chegada do lateral que tem
contrato com o Porto; Enzo Díaz, outra opção para o setor, treinou pela primeira
vez com o grupo no domingo
A chegada de Enzo Díaz ao elenco do São Paulo [https://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/] resolveu a maior das urgências do elenco para a temporada. Com as saídas de Welington para o Southampton e a devolução de Jamal Lewis para o Newcastle, o setor despertava uma maior atenção da diretoria, que acertou com dois reforços.
A chegada do segundo deles, porém, ainda está incerta. Com contrato até o meio
do ano com o Porto, Wendell já assinou um pré-contrato com o Tricolor, mas
depende de um acordo de rescisão para poder deixar Portugal e se integrar ao
elenco do time brasileiro. Hoje, a negociação está parada.
O São Paulo [https://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/] acredita
que não será lucrativo para o Porto manter o jogador em seu elenco por mais seis
meses, praticamente sem utilizá-lo, já que Wendell não está nos planos do
treinador atual. Assim, a aposta é que em breve o Porto apresentará alguma
solução para quebrar o vínculo do jogador.
Desta forma, a diretoria do São Paulo [https://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/] já pensa também num
próximo passo, que terá relação com o futuro de Patryck Lanza. Aos 21 anos, o
jogador ainda não é visto como pronto dentro do clube. Quando Wendell chegar, a
tendência é que Patryck seja emprestado para ganhar mais experiência.
Diferentemente de outras cessões, como a de Rodrigo Nestor e Galoppo a Bahia e
River Plate, respectivamente, que foram feitas já pensando na venda futura, o
São Paulo [https://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/] deverá
facilitar para encontrar um time de Série A que ofereça a Patryck a condição de
jogar e poder se desenvolver.
Com contrato até 30 de abril de 2027, Patryck iniciou a temporada com dois dias
de atraso em relação aos demais jogadores do grupo. O lateral teve dengue nas
férias e, depois da reapresentação, só pôde ir a campo quando seus exames de
sangue apontaram normalidade no número de plaquetas.