SEALION 7, o novo SUV da BYD, pode enfrentar um aumento de preço devido à retomada do imposto de importação de 35% para kits CKD e SKD. Este imposto, antes prorrogado para julho de 2028, foi antecipado para janeiro de 2027. Com isso, modelos como o Sealion 7, Atto 8 e o Seal, que não são produzidos no Brasil, podem ter o preço impactado negativamente.
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A BYD alcançou destaque no mercado brasileiro, liderando em maio com 15,3% das vendas no varejo de automóveis. Mesmo assim, a empresa ainda enfrenta desafios no mercado geral de emplacamentos, ocupando a quinta posição. Essa conquista segue um investimento significativo de R$ 5,5 bilhões na operação brasileira, com metas ambiciosas de criar 10 mil empregos diretos e expandir sua fábrica em Camaçari.
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Com declarações de Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD, a empresa está ciente do impacto do imposto, mas busca alternativas como aumentar a produção nacional e homologar fornecedores locais. Milad Kalume Neto, da K.Lume Consultoria, acredita que o impacto será mais de margem do que de preço ao consumidor final.
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Qual o impacto do imposto nos preços?
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A BYD, embora já produza modelos como o Dolphin Mini, King e Song Pro no Brasil, ainda depende de importação para outros modelos cuja produção local é inviável no momento. A fábrica em Camaçari é central na estratégia da marca, produzindo cerca de 18 mil veículos mensais e prevendo expansões.
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Em busca de minimizar os efeitos do imposto, a BYD está aumentando a nacionalização dos componentes. Recentemente, seus executivos visitaram a Usiminas, sinalizando potenciais parcerias no setor de aço para suportar o crescimento no Brasil. O movimento busca fortalecer a fabricação local e proteger-se contra oscilações cambiais e burocráticas.
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O retorno do imposto, segundo o governo, visa proteger a indústria nacional e manter empregos na cadeia automotiva. Para a BYD, esse é um novo desafio em um mercado em crescente competição, especialmente com a entrada de montadoras como a GWM e a Renault com seus modelos elétricos.
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Como a BYD lida com a concorrência?
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A BYD confronta diretamente suas rivais, buscando emplacar seus veículos em vendas diretas e parcerias comerciais, como aquela firmada recentemente com a Localiza. A estratégia inclui fornecimento de 10 mil veículos elétricos e híbridos, diversificando assim o foco de vendas e testes no mercado brasileiro.
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As marcas chinesas, incluindo BYD, têm expandido fortemente no Brasil nos últimos anos. Com enfoques em eficiência e inovações tecnológicas, como a introdução de carregadores ultrarrápidos no Brasil, a estratégia é atrair consumidores e desafiar a percepção tradicional do mercado.
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Com impacto direto no consumidor final, a BYD busca ajustar seu portfólio e estrutura de custos para manter competitividade. Com foco num relacionamento estreito com locadoras e foco em parcerias, a marca almeja fortalecer sua presença.
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Qual o futuro da BYD no Brasil?
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Especialistas do setor destacam que o crescimento da BYD no Brasil dependerá de sua capacidade de adaptação à nova taxação e à competição feroz com outras marcas. A parceria com a Localiza é um ponto chave para medição da aceitação no mercado.
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Com planos de expansão para 300 concessionárias até o final de 2026, a BYD avança em sua trajetória de crescimento, respaldando-se em seus investimentos e inovação tecnológica. As ações visam solidificar sua posição num mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.
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O próximo passo da BYD inclui solidificar sua rede de concessionárias, oferecendo suporte pós-venda robusto e expandindo a oferta de modelos e infraestrutura para veículos elétricos no Brasil a partir de suas parcerias estratégicas e inovadoras.


