Secretário de Segurança do Maranhão alerta sobre desaparecimento dos irmãos: buscas intensificadas e informações oficiais vitalizadas

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O secretário de Estado da Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, fez um comunicado importante nas redes sociais sobre o desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos. Ele afirmou que todas as pessoas entrevistadas até o momento foram consideradas testemunhas no caso e alertou que qualquer informação contrária a isso é falsa. Martins também ressaltou que os boatos disseminados sobre o assunto são inaceitáveis e só aumentam o sofrimento da família.

Martins destacou que espalhar informações falsas para as forças de segurança configura crime e que os responsáveis por essa prática podem ser responsabilizados. Além disso, enfatizou que todas as informações oficiais sobre o desaparecimento são divulgadas por porta-vozes autorizados ou notas oficiais. As buscas pelas crianças continuam sendo conduzidas com rigor técnico pela Polícia Civil do Maranhão, que mantém os detalhes da investigação em sigilo para não prejudicar o andamento do trabalho policial.

Após 21 dias sem vestígios das crianças desaparecidas, as autoridades decidiram reduzir as buscas em Bacabal e intensificar a investigação policial. A estratégia foi modificada após o depoimento do primo de 8 anos que estava com os irmãos no momento do desaparecimento. O trabalho conjunto da Polícia Militar e Polícia Civil continuará, focando nas investigações para obter mais informações sobre o caso.

A participação do protocolo Amber Alert, coordenado pela Polícia Civil, foi acionada para ampliar o alcance das buscas, divulgando informações e imagens das vítimas em um raio de até 200 quilômetros do local do desaparecimento. O menino de 8 anos, encontrado após três dias perdido na mata, passou a acompanhar as equipes nas buscas, auxiliando com informações relevantes sobre o trajeto percorrido pelas crianças antes da separação.

A investigação confirmou a existência de uma casa abandonada no percurso descrito pelo menino, que também mencionou detalhes que coincidiram com a realidade. As buscas continuam, com a participação de equipes especializadas em áreas específicas e o suporte do Exército Brasileiro. A força-tarefa já percorreu mais de 200 quilômetros em operações por terra e água, com mais de mil pessoas envolvidas, entre agentes de segurança e voluntários, em busca de pistas que levem ao paradeiro das crianças.

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