O Brasil enfrentou um período desafiador após a saída de Tite e a eliminação na Copa do Mundo do Catar, sofrendo um aumento significativo no número de gols sofridos. Com a passagem de três treinadores diferentes, a seleção brasileira viu a média de gols do adversário subir para 2,6 vezes mais do que na “Era Tite”.
Durante o comando de Adenor, a equipe nacional sofreu um total de 30 gols. No entanto, com a chegada de Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior, o número de gols sofridos aumentou para 31. Isso levanta questionamentos sobre a eficácia tática e defensiva dos treinadores que assumiram após a saída de Tite.
Em meio a essas mudanças no comando técnico, a seleção brasileira enfrentou desafios e resultados questionáveis. Fernando Diniz, por exemplo, assumiu o cargo de treinador e teve sua efetividade contestada, sendo posteriormente dispensado no início de 2024. Já Dorival Júnior acumulou 16 jogos, com 7 vitórias, 7 empates e 2 derrotas, sofrendo um total de 31 gols nesse período.
A comparação entre a média de gols sofridos na fase pós-Catar em relação à “Era Tite” revela um aumento expressivo no desempenho defensivo da seleção brasileira. A necessidade de encontrar soluções para fortalecer a equipe e reduzir essa vulnerabilidade defensiva se torna evidente diante do cenário atual.
Com a proximidade dos jogos contra Equador e Paraguai pelas Eliminatórias da Fifa em junho, a seleção brasileira tem a oportunidade de buscar uma reação e reverter essa tendência de aumento nos gols sofridos. A construção de uma defesa sólida e estratégias eficazes serão fundamentais para garantir resultados positivos e restabelecer a confiança da equipe e da torcida. Chegou o momento de superar os desafios e encontrar um novo caminho para a seleção brasileira voltar ao seu melhor desempenho.