Senado rejeita parceria do Irã com Banco do Brasil em votação apertada de 52 a 49

Com forte aparato de segurança pessoal e da Polícia Legislativa, o embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, circulou na manhã da terça-feira no Congresso Nacional. Passou por alguns gabinetes de parlamentares da esquerda, em busca de algum socorro – em discursos nos plenários e na mídia – contra as ameaças de Donald Trump de dizimar “uma civilização inteira”. Uma das agendas de Ghadiri foi na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, presidida por Alice Portugal (PCdoB-BA). Não consta que o diplomata tratou da morte de mais de 60 mil iranianos pelo regime ou que tenha defendido o uso de crianças e adolescentes como escudo humano contra os ataques dos EUA. Uma de suas principais preocupações diz respeito a uma parceria que o Irã busca há anos, com o Banco do Brasil, para driblar as sanções econômicas.

O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira, por 345 votos a 120, a reforma tributária. O placar apertado refletiu a divisão entre governo e oposição. A medida agora segue para sanção presidencial e pode impactar as eleições de 2026.

Desdobramentos da rejeição da parceria

Detalhamento aprofundado da votação com participação dos senadores, partidos envolvidos e argumentos apresentados durante o processo. A discussão acalorada revelou divisões ideológicas e questões econômicas sensíveis. Para saber mais sobre o posicionamento de alguns parlamentares, acesse aqui.

O impacto imediato na economia e nas relações internacionais foi sentido logo após a votação. O mercado reagiu de forma negativa, enquanto o Irã manifestou descontentamento com a decisão do Senado brasileiro. Para entender melhor as consequências dessa rejeição, confira aqui.

MAIS LIDAS
Preparativos do Carnaval carioca de 2027 são iniciados com sorteio
Prêmio da Mega-Sena vai a R$ 60 milhões após novo
Novo trailer mostra protagonista enfrentando desafios na pequena cidade. Saiba
Lateral-direito sofre lesão de última hora e impacta tática do