O serralheiro gaúcho, natural da cidade de Marau, no estado do Rio Grande do Sul, foi identificado como o suspeito de assassinar Cícera Laura da Silva, de 47 anos, em um bosque de Arapiraca. O corpo da vítima foi encontrado seminu em uma região de mata, levando a polícia a prender o homem de 31 anos, que confessou o crime. Ele foi localizado em seu local de trabalho, uma serralharia situada no bairro Alto do Cruzeiro.
Após a prisão do suspeito e a divulgação de sua imagem pela polícia, duas mulheres compareceram à delegacia em Arapiraca para registrar Boletim de Ocorrência contra ele por importunação sexual. Além disso, o corpo de Cícera Laura foi encontrado sem a parte de baixo da roupa, levantando a suspeita de estupro. A brutalidade do crime chocou a população local e gerou indignação.
A comunidade de Arapiraca clamava por justiça diante do assassinato de Cícera Laura. O serralheiro gaúcho, que foi preso e confessou o crime, enfrentava grande repúdio nas redes sociais e na mídia local. A divulgação de imagens e vídeos relacionados ao caso trouxe à tona a gravidade da situação e a necessidade de medidas urgentes por parte das autoridades para combater a violência contra as mulheres.
Os detalhes do homicídio e a prisão do suspeito foram amplamente divulgados pelos veículos de comunicação, visando conscientizar a população sobre a importância de denunciar casos de violência e garantir a segurança de todos. O caso de Cícera Laura repercutiu em todo o estado de Alagoas e mobilizou a sociedade em busca de justiça e proteção para as mulheres vítimas de violência.
A investigação do assassinato de Cícera Laura, conduzida pela Polícia Civil de Arapiraca, buscou esclarecer os fatos e identificar o responsável pelo crime. A divulgação de informações sobre o suspeito e seu histórico criminal foi fundamental para auxiliar nas investigações e na prisão do culpado. A colaboração da população e o trabalho das autoridades foram essenciais para garantir a punição do criminoso e a segurança da comunidade.




